No coração de Florença, a poucos passos do centro histórico surge o Grand Hotel Villa Medici, esplêndida residência do século XVIII transformada em um hotel 5 estrelas de luxo. O edifício ainda conserva a elegância e a tradição da época em que foi construído, combinando tudo isso à eficiência da tecnologia moderna, para acolher os hóspedes da melhor forma.
A sua posição é perfeita para quem deseja mergulhar na tranquilidade e no conforto, mesmo estando no movimentado centro da cidade, perto de todos os pontos turísticos e do rio Arno.
Objetos antigos e de arte contemporânea enfeitam os 100 quartos, entre os quais a Royal Suite no primeiro andar e as novas Penthouse Suites no último andar, com um panorama incrível da cidade.
O Monte Amiata é uma área da Toscana muito pouco valorizada. Dos diversos vilarejos ao redor, encontramos algo de interessante somente em Seggiano e Santa Fiora. Pois é exatamente Seggiano, em cima de uma bela colina, que estão tocando um projeto de valorização do centro histórico que vale a pena ser conhecido.
Tudo gira ao redor da tradição do cultivo da azeitona e da produção do azeite: não é por acaso que, do alto do local, pode-se notar a grande extensão de olivais que recobrem a parte mais baixa do morro. No centro histórico de Seggiano existe - e funcionava até a segunda metade do século passado - um local estruturado em três andares, onde as azeitonas eram depositadas, espremidas e o azeite era filtrado e engarrafado.
Tudo isto vai fazer parte de um tour turístico com o intuito de valorizar as tradições e a cidade, e inclui também o Palazzo Comunale e uma velha cisterna construída perto das muralhas. E é aqui que entra em campo a oliveira falante. O projeto, desenvolvido juntamente com a Faculdade Agrária, prevê a colocação de uma oliveira na abertura superior da cisterna, onde ficava o poço.
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Um dos pratos mais conhecidos da Toscana e da Itália é a famosa “bistecca alla fiorentina“. A bisteca deriva do lombo bovino, em um corte mais ou menos equivalente ao do contra-filé brasileiro. Trata-se de um corte alto, com osso, a ser grelhado bem mal-passado em brasa.
A história da bisteca à fiorentina é tão antiga quanto a cidade que lhe deu o nome, os registros mais antigos levam à família Médici, que durante a festa de São Lourenço, dia 10 de agosto, celebrava com uma grande fogueira, onde eram assados vários quilos de carne, em seguida distribuídos à população de Florença.
Preparação: O corte tem entre 1 e 1,5kg para uma altura de 5 a 6 cm. Para a grelha usa-se bastante carvão vegetal, de preferência de carvalho, azinheira ou oliveira. A brasa precisa ser bem viva, mas sem chamas. Coloca-se a bisteca bem perto do carvão, a fim de formar rapidamente uma crosta, impedindo o sangue de sair. Depois do primeiro minuto, pode-se levantá-la. Tudo isso sem temperos. Cada lado deve assar de 3 a 5 minutos, sendo girada somente uma vez. Finalmente, graças à grossura, deve ser colocada “em pé”, com a parte do osso pra baixo, até que desapareçam vestígios de sangue. Segundo a tradição, a bisteca deve ser grossa o suficiente para permanecer em pé sozinha.

Historicamente a cidade de Buonconvento tem o que contar: fez parte da República de Siena, resistiu ao ataque de Perugia, lutou contra os florentinos, mas no final foi anexada ao Grão-Ducado da Toscana sob o controle dos poderosos Medici, no séc XVI. A muralha medieval, com clara arquitetura de Siena, remonta ao século XIV, sendo que até algum tempo atrás circundava toda a cidade.
Entre os principais prédios locais a serem visitados, podemos citar o Palazzo Podestarile com a torre cívica retangular (séc. XIV) e dois arcos góticos que se abrem na fachada, onde pode-se contar 25 brasões em pedra de antigas famílias influentes. O Palazzo Comunale com uma bela fachada em tijolos e o imponente Palazzo Taja, construído na metade do século XVII. Em frente, o Palazzo Borghesi, (séc. XIV) pertenceu a uma antiga família de Siena, cujo brasão ainda se encontra na fachada.
Entre as igrejas, podemos citar aquela de São Pedro e São Paulo. Durante os séculos sofreu várias restaurações, e uma pedra de mármore com a inscrição 1103 pode ser a comprovação da data de construção. Nesta mesma igreja morreu o imperador do Sacro Império Romano-Germânico Henrique VII em 1313. Saindo da cidade, em direção a Roma, pode-se encontrar uma construção mais recente, mas ainda assim bela: a villa Rondinella surge em uma colina, repleta de decorações feita de materiais apreciados, obra do arquiteto Gino Chierici (1910). Como pode-se comprovar, a Toscana não se restringe somente a Pisa, Florença e Siena. Às vezes são as cidadezinhas mais insuspeitas onde encontramos boas razões para explorar e adquirir cultura.
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O Hotel Relais dell’Orologio fica pertinho da Torre di Pisa. Este hotel antigo é a base ideal para visitar a cidade a pé, conhecer os monumentos e passear no coração de um mundo romântico onde se vive a poesia da Toscana.
A estrutura tem origem na recuperação detalhada de uma habitação prestigiosa do século XIV, cuja história está em preservada por todos os lados no hotel. São 21 quartos disponíveis, duas suítes e duas junior suite.
Os ambientes foram mobiliados com sabedoria. A elegância e o conforto possuem qualquer coisa de mágico e nos leva a uma dimensão de bem-estar inigualável. Com funcionários prontos para qualquer necessidade, e um restaurante acima da média, o hotel nos faz sentir em um outro mundo.
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O Petriolo Spa Resort está localizado em Civitella Paganico, na província de Grosseto. Este 5 estrelas, imerso entre os perfumes e as cores da natureza toscana, é um oásis de bem-estar no meio do Val di Farma. Aos hóspedes oferece o prazer da harmonia em um ambiente precioso, onde cada minuto possui um valor mágico.
Os 87 quartos e suítes são em estilo clássico e os serviços são também de alto nível, para satisfazer as exigências mais elevadas. Em meio à natureza encantadora, é circundado por bosques seculares que acabam por exaltar o seu fascínio.
A cozinha é especializada em pratos tradicionais toscanos e mediterrâneos. A excelência do Spa é a óbvia consequência do fato de que o resort foi construído sobre as termas medievais, cujas águas proporcionam um rejuvenescimento sensitivo inigualável.
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Comer bem pagando um preço justo, é este o sonhos de muitas pessoas, ainda mais quando estão a passeio em Florença, onde uma Coca-Cola pode custar até € 8 se entramos no lugar errado. Mas existem os locais onde vão os florentinos, normalmente longe da horda de turistas. Pra quem quiser comer bem e barato, é preciso encontrar esses locais.
A Trattoria Ruggero, na Via Senese, perto dos jardins de Boboli e da Porta Romana é uma típica trattoria florentina com clientela quase exclusivamente local, a qualidade da comida é excelente e os pratos são simples: uma vez ali, não deixe de provar o frango assado com batatas ao forno!
Outra ótima trattoria é a Trattoria del Carmine mesmo se pela localização (em uma esquina da Piazza del Carmine) é também frequentada por turistas: excelente a salada de frango e uma torte de maçãs inesquecível!
Mas se vocês procuram alguma coisa mais rústica, a opção é Nerbone na Piazza Mercato Centrale: ali pode-se experimentar o lampredotto (estômago bovino), tripa entre outros. Outro lugar no centro histórico perto do Duomo, é a trattoria Cafaggi: excelente peixe, fazem também os tradicionais pratos da cozinha toscana com ingredientes frescos e preços razoáveis.
Foto | Lavalen
O inverno começa a querer aparecer, e além dos casacos você que pensa em dar uma passadinha na Itália já se vê esquiando, e o primeiro local que vem à cabeça são os Alpes. Mas quem disse que é possível esquiar somente ali?
Graças à diversidade geológica do país, além dos famosos Alpes setentrionais na divisa com França, Suíça e Áustria, uma outra cadeia montanhosa, os Apeninos, percorre a bota de norte a sul. A altitude chega perto dos 3 mil metros nos pontos mais altos. Na Toscana uma sub-cadeia de montanhas conhecida como Alpes Apuanos oferece ótimos locais para o esqui, como o Abetone.
Localizado na província de Pistóia, é o local ideal para praticar esportes invernais, pois está próximo a centros como Florença, Pisa, a costa da Versilia e Bolonha. A rede hoteleira é estruturada e existem ônibus que partem das principais cidades. Chegando ali, você encontra escolas de esqui para quem nunca praticou e onde é possível alugar o equipamento necessário. É uma boa pedida. Continuando o post, algumas fotos do local.

Se você vier para a Toscana nos próximos quatro meses, dê uma esticadinha em Pisa: do dia 9 de outubro até 23 de janeiro de 2011 o Palazzo Blu estará com a mostra “Joan Mirò. I miti del Mediterraneo” (Os mitos do Mediterrâneo). Depois do sucesso da mostra de Chagall, essa é a continuação de um ciclo dedicado aos grandes nomes da arte do século XX e seus relacionamentos com as tradições, a luz e as culturas do Mediterrâneo.
Com apoio da Fundació Miró de Barcelona, a mostra terá 110 obras entre pinturas, esculturas, litografias, desenhos e ilustrações nos quais, através do poder transformador da poesia e do mito, o artista catalão exprime a complexidade do real.
Joan Miró nasceu em Barcelona, Espanha e foi um dos maiores representantes do movimento do Surrealismo, ao lado de André Breton e Salvador Dalí. Suas obras são reconhecidas mundialmente e a mais cara chegou a 17 milhões de dólares. No final da vida, Miró defendia a escultura gasosa e pinturas em quatro dimensões, que para muitos foi considerado maluquice. O seu radicalismo era um modo de romper com o racionalismo vigente à época, obtendo dessa forma uma visão do mundo diferente daquela que vemos diariamente.
A Itália pode se gabar de possuir um dos mais variados territórios no mundo. Além de ser circondado pelo mar - que dá origem às belas e famosas praias da península - o país oferece montanhas para alpinismo e esportes de inverno, vulcões, parques naturais, planícies e morros dos mais variados tipos. E é claro que não poderiam faltar as cavernas.
Situada no centro do Parco Naturale delle Alpi Apuane, norte da Toscana, a Grotta del Vento é uma das cavernas mais completas da Europa, pois apresenta uma extraordinária variedade de fenômenos que são explicadas com precisão e competência pelos guias. Caminhos cômodos permitem admirar à luz de refletores todas as maravilhas do mundo subterrâneo: estalactites e estalagmites brilhantes, lava enrigecida multi-colorida, formações de alabastro, lagos cheios de cristais, cursos d’água subterrâneos e as bizarras formas de erosão. Mas prepare-se: a temperatura interna, constante o ano inteiro, é de 10,7 °C.
O nome deriva, obviamente, do vento constante devido a duas entradas de ar: a principal, onde entram também os turistas, a 627m acima do nível do mar, e a outra a 1400m. Os itinerários são três: o “primeiro” (1h) quase totalmente plano, repleto de formações calcáreas; o “segundo” (2h), compreende o primeiro e também o fascínio de vastos ambientes percorridos por um pequeno rio subterrâneo; o “terceiro” (3h), consente a visita completa da gruta e percorre com toda a comodidade algumas galerias totalmente verticais. Todos os caminhos possuem degraus e corrimão, que torna mais segura a exploração neste ambiente úmido.
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