
Lovere, cercada pelas montanhas da Lombardia e pelo lago, parece um grande anfiteatro. Edifícios esplêndidos construídos com muito bom gosto embelezam sobremaneira a piazza del porto, uma das mais belas dos lagos lombardos.
Da piazza, subimos para o centro histórico até chegar na piazza Vittorio Emanuele II, onde vemos o relógio da velha torre cívica. Nesta praça desembocam todas as vielas do burgo medieval. Subindo um pouco mais chega-se à igreja de S. Giorgio, do final do séc. XIV. Ao longo do lago temos o edifício sede da Galleria dell’Accademia di belle arti Tadini, prédio do séc. XIX.
Proseguindo pelo lago, passando por outra praça, subimos novamente até chegar à imponente Basílica de S. Maria in Valvendra, edificada em 1473 e consagrada em 1520, em um período de pujança econômica em Lovere. Repleta de obras de arte, afrescos e esculturas em mármore, é um ótimo exemplo do período renascentista lombardo, com influências venezianas. Paisagem de cartão postal e satisfação garantida, é o que se encontra por aqui.
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A Ferrari 458 Italia foi escolhida como “Carro do ano 2011″ pela Robb Report. A prestigiosa revista americana confirmou o que tanto se falava.
Este importante reconhecimento - que se une a tantos outros já obtidos pelo modelo - premia o “estilo soberbo, o extremo cuidado nos detalhes e os rendimentos excepcionais que transformaram a Ferrari em uma lenda”.
A 458 Italia, considerado o melhor carro esportivo e de luxo do planeta, ficou na frente não só pelos aspectos técnicos - como a potência dos propulsores, a rapidez de mudanças e a precisão da direção - mas, sobretudo, pelas emoções únicas que somente uma “rossa” pode proporcionar. Os redatores falam de uma “obra-prima” que resume o melhor da cultura italiana, desde o Renascimento até hoje.
Via | Ferrari.com

Às vezes a história da arte traz à tona alguns personagens injustamente deixados em segundo plano e que desenvolveram o papel importante em mais de uma linguagem. É o caso de Melozzo da Forlì (1438 – 1494), “sem ele” segundo o diretor do Museu do Vaticano Antonio Paolucci, “o Renascimento de Rafael e Michelangelo nunca teria existido“.
A partir de 29 de janeiro 2011, abrem-se as portas do Museu de San Domenico de Forlì (perto de Bolonha e Florença), Melozzo da Forlì. L’umana bellezza tra Piero della Francesca e Raffello, uma mostra excepcional com todas as obras do pintor e outras que influenciaram a sua poética.
Começando com os mestres de Melozzo: Mantegna, Piero della Francesca (em mostra a Madonna di Sinigaglia), Bramante, Berraguete, Beato Angelico, Mino da Fiesole, Perugino, Benozzo Gozzoli, Paolo Uccello, Antoniazzo Romano, Rafael e Palmezzano.
A mostra, curada por Studio Wilmotte et Associes e Lucchi & Biserni, pode ser visitada até 12 de junho.
Melozzo da Forlì. L’umana bellezza tra Piero della Francesca e Raffello





Um dos mais interessantes entres os sinais de renascimento do Abruzzo, depois do terremoto de abril de 2010, são artísticos. A arte contemporânea decidiu de reacender o centro histórico de Aquila, a capital da região O projeto “Re_place” é um evento que pretende envolver jovens artistas emergente do território mas também, figuras consolidadas no panorama nacional.
A primeira edição escolhe simbolicamente o dia 06 de abril para dedicar pensamentos, olhares e reflexões na cidade colocada à prova por causa do sisma, com Pier Luigi Sacco como curador e o artista Mario Airò.
Com o projeto “Il buio è Singolare”, le luci (anche) plurali Airò“, com a colaoração dos jovens da Accademia di Belle Arti de L’Aquila, o artista Mario Airò realizou uma série de instalações urbanas luminosas, “reacendendo a memória mas também imaginando futuros possíveis, chamando a atenção para o espaço urbano e para as suas feridas”.

Na útima terça-feira (dia 08) foi a leilão na sede da Christie’s de Londres um exepcional desenho de Rafael Sanzio (1483-1520), ao preço recorde de 29.2 milhões de esterlinas, superando as previsões de venda que ficava entre 12 e 16 milhões.
Se trata do cartão “Testa di una musa”, que o artista italiano do Renascimento elaborou para estudar a figura de Pernaso, destinada aos afrescos da “Stanza della Signatura”, no Vaticano. Nunca uma obra deste tipo havia atingido tal cotação. Na mesma sessão foram vendidos outras duas pinturas de Domenichino e Rembrandt, vendidas respectivamente a 9.2 e 20.2 milhões de esterlinas. Os compradores permanceram no anonimato, comprando tudo por telefone.
Via: Nytimes.com
A arte ganha um novo destaque em Milão nestes dias. Uma série de 20 quadros serão projetados na fachada do edifício da Pirelli. O efeito é muito sugestivo e as imagens parecem mais com vitrais de uma grande igreja. A iniciativa é da Região Lombardia e tem como objetivo fazer propaganda de uma mostra com as obras projetadas, exatamente no saguão do edifício Pirelli, de 3 a 28 de fevereiro.
Ao todo são 22 obras de arte da arte lombarda, do Renascimento ao Barroco, de artistas como Giovanni Cariani, Romanino, Giovanni Battista Moroni, Camillo Procaccini, Fra’ Galgario entre outros. A projeção na fachada começa às 18h e termina à meia-noite. Além da imagen inteira, é possível admirar detalhes de cada quadro. O ciclo completo de imagens dura mais ou menos 10 minutos, depois se repete. A mostra é gratuita e foi batizada de “La Regione dà luce all’arte”. O edifício fica na praça Duca d’Aosta, pertinho da Estação Central.
Fotos: Luca Albani/02Blog
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Para fazer companhia aos Luca e Andrea Della Robbia e Giotto chega também Rafael, para completar as exposições na Itália em 2009: será inaugurada em abril na cidade natal do mestre italiano a mostra “Raffaello e Urbino”.
Será hospedada pela Galleria Nazionale delle Marche, a mostra se propõe em destacar a forte ligação entre o pintor e a cidade, e a influência desta na arte de Rafael.
Serão expostas as obras do jovem Rafael - 20 pinturas e 19 desenhos - produzidas durante a estadia na corte de Urbino, comparadas com a de muitos outros artistas, em particular com a do pai do mesmo.
A seção dedicada à produção das maioliche, âmbito menos conhecido da produção de Rafael, que destaca a versatilidade de um dos artistas mais cultos do Renascimento.
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O Palazzo della Cancelleria é um excelente exemplo de arquitetura do primeiro Renascimento e a sua história é rica de curiosidades espirituosas e divertidas. O palácio, que se encontra entre Corso Vittorio Emanule II e Campo de’ Fiori, foi edificado entre 1486 e 1513. No século XVI transforma-se na sede da Chancelaria Apostólica e, hoje, é sede da Rota Romana.
O prédio foi construído com travertino branco do Coliseu e do vizinho Teatro de Pompeu, do qual derivam as colunas que ornamentam o belíssimo e majestoso pátio, por Bramante.
Mas vejamos quais são as curiosidades deste majestoso palácio. Da grandiosa escadaria se chega ao Salão dos 100 dias, assim chamado porque Giorgio Vasari se gabou de ter pintado os afrescos em somente 100 dias a grande sala no primeiro andar representando a vida de Paolo III Farnese. Vasari quando se gabou com Michelangelo de ter terminado assim rapidamente o seu trabalho, este, irônico, respondeu: “E se vê!”.
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De 24 de outubro 2008 a 5 de abril de 2009 está na programação do “Chiostro del Bramante” de Roma “Júlio César. O homem, as obras, o mito“, a primeira mostra mundial sobre a figura de Júlio César, protagonista e ditator visionário da antiga Roma.
Personagem fundamental na passagem da república romana ao império, César nunca foi imperador. Soube, porém, construir o próprio mito quando era aindaem vida, atribuindo a si a descendência de Vênus, ligando-se assim ao mito originário da cidade de Roma, que fazia referência a Enea, filho de Vênus. E como muitos heróis, que morreram ainda jovens e em pleno vigor físico, longe da velhice e da decadência que fariam desvanecer o mito.
A mostra parte do personagem César e ilustra o seu mundo político e cultural, tocando os momentos de subida ao poder. Vêem representados os aliados-adversários como Cícero, Crasso, Pompeu; as campanhas militares que lhe teriam dado fama e riqueza; a aventura no Egito e o encontro com Cleópatra; a morte até a sucessão do filho adotivo Otaviano.
Júlio César. O homem, as obras, o mito - Chiostro del Bramante - Roma




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A Basílica di Santa Maria del Fiore é a catedral, ou Duomo, da Arquidiocese da Igreja Católica Romana de Florença. Famosa pela sua monumental domo (ou cúpula) - obra do celebre arquiteto renascentista Brunelleschi - e pelo campanário, de Giotto, é uma das obras da arte gótica e da primeira renascença italiana, considerada de fundamenal importância para a História da Arquitetura, registro da riqueza e do poder da capital da Toscana nos séculos XIII e XIV. Seu nome (cuja tradução é Santa Maria da Flor) parece referir-se ao lilium, símbolo de Florença, mas, documentodo Século XV, por outro lado, informa que “flor”, no caso, refere a Cristo.
O Duomo de Florença, como vemos hoje, é o resultado de um trabalho que se estendeu por seis séculos. Seu projeto básico foi elaborado por Arnolfo di Cambio no final do século XIII, sua cúpula é obra de Filippo Brunelleschi, e sua fachada teve de esperar até o século XIX para ser concluída. Ao longo deste tempo uma série de intervenções estruturais e decorativas no exterior e interior enriqueceriam o monumento, entre elas a construção de duas sacristias e a execução de esculturas e afrescos por Paolo Uccello, Andrea del Castagno, Giorgio Vasari e Federico Zuccari, autor do Juízo Final no interior da cúpula.
Confira a seguir o álbum de fotos da igreja.
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