A arqueologia e a história agora tem um espaço bem maior para ser explorado, graças à inauguração do novo Museu Arqueológico, renovado e ampliado na sede histórica do antigo Monastero Maggiore di San Maurizio, no corso Magenta.
Dentro foi colocada uma obra de arte contemporânea, o “Dormiente” de Mimmo Palladino, que deixa ainda mais evocativa a atmosfera do claustro, onde encontramos traços de edifícios de época romana, entre eles a torre poligonal de 24 lados, símbolo histórico da evolução técnica das estruturas de defesa.
Nas salas do Museu podemos encontrar antigas estátuas de mármore e bronze, em baixo relevo e colunas. Do dia 20 abril a 19 de junho o ingresso ao museu será gratuito!
Enquanto no Brasil sonhamos com velocidades de conexão que na Europa já são obsoletas, lá a briga é outra. Muitas cidades já possuem áreas com internet grátis, e agora chegou a vez de Milão. Mas a prefeitura da cidade não tem nada a ver com isso. A responsável é uma associação chamada GreenGeek, que na parte leste de Milão, conhecida como Ortica, vai disponibilizar acesso gratuito a quem quiser.
A iniciativa veio quando constataram que o projeto municipal iria demorar muito (e ainda vai). Hoje é possível acessar de alguns lugares, e a partir de primeiro de outubro no bairro inteiro qualquer um poderá ligar-se ao wi-fi, graças a uma rede de 30 antenas privadas. Com a palavra Mauro Lattuada, do GreenGeek. :
Como nasceu a ideia, vocês se inspiraram em alguém?
Algumas experiências em Roma e Veneza foram o ponto de partida. Esperamos que, a partir da nossa iniciativa, outros bairros sigam nosso exemplo, um projeto feito somente com cidadãos voluntários, com vontade para mudar. A nossa associação tem o objetivo de informar e formar, principalmente quem não possui acesso à informação digital. Agora temos um projeto para instalar rapidamente para 70% dos moradores de Milão, internet grátis e de qualidade, mas precisamos do apoio da Administração Pública.
Inaugurado em maio de 2003, o The Gray se distingue pelo caráter internacional e contemporâneo. Este hotel de luxo está localizado no coração de Milão e daqui chega-se à Piazza Duomo ou ao Teatro alla Scala em pouco tempo, isso sem contar o passeio na Galleria Vittorio Emanuele II.
Os ambientes internos possuem um caráter forte e ao mesmo tempo são acolhentes. No bar por exemplo pode-se saborear o famoso Mojito do barman Pedro Fiol, acomodado em um macio sofá de veludo, enquanto no restaurante a decoração também prima pela criatividade.
Os 21 quartos diferentes entre si impressionam por várias coisas: academia privada, banho turco e uma banheira de hidromassagem com TV ao lado, além de uma televisão de plasma flat screen de 32″ e piso em madeira. E não importa onde você esteja, veludos, cristais, pele de zebra e de avestruz e diversos outros revestimentos africanos. É difícil querer mais.
Ontem foi o dia de inauguração do Salão dos Móveis 2011 em Milão. O espírito que encontramos ali era aquele “vanguardista” de Berlim. Aqui quem expõe são os talentos emergentes com as ideias mais extravagantes e inovadoras. Abaixo, as fotos que dão uma ideia do design que encontramos na feira.
O grupo imobiliário Engel&Völkers possui, dentre várias opções de seu portfolio, alguns lofts de grande apreço na filial de Milão. Um exemplo é o imóvel em estilo nova-iorquino localizado nas imediações do Corso Sempione. Feita recentemente, esta residência luxuosa era antes uma antiga tipografia. Nos seus espaços temos uma síntese perfeita de materiais e design contemporâneo em 360 m2 distribuídos em três andares.
Dentro uma ampla e iluminada sala de estar, de frente para o verde, separada da cozinha por uma grande parede de vidro. No primeiro andar vemos três quartos com banheiros, enquanto o porão abriga uma área de serviço e lazer, com lavanderia, salão de jogos e área fitness e relax com baheira de hidro-massagem.
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Depois de mais de um mês de seca das brabas, a água finalmente voltou a correr nos canais da cidade de Milão, conhecidos como Navigli. Muitos milaneses já estavam enjoados do cheiro de madeira podre que, por causa da seca, o leito emanava.
Esta seca acontece duas vezes por ano, teoricamente pelo período de um mês, mas parece que está sempre aumentando o tempo. Ainda teoricamente, durante a seca o fundo dos canais deveriam ser limpos e reforçadas as margens. O negócio é que a imagem dos canais secos é triste e oferece aos visitantes uma imagem de degradação que não reflete efetivamente o que são os canais milaneses, cuja história remonta à época dos romanos.
Mas com o retorno da água, a cidade parece mais feliz: os canoístas retomam suas atividades, e um aperitivo às margens dos canais ficam muito mais interessantes. E pra quem estiver na cidade no próximo domingo, 10 de abril, pode conferir o já tradicional Fiori sul Naviglio, que marca a chegada da primavera.

A Itália, todos sabem, tem uma rica culinária, das mais admiradas, saboreadas e copiadas de todo o mundo. E os queijos italianos merecem os memos adjetivos, graças à variedade e qualidade. Um dos mais famosos nos quatro cantos do planeta é o Gorgonzola, cuja origem remonta ao final do século X, na cidadezinha homônima de Gorgonzola, perto de Milão.
O queijo gorgonzola foi reconhecido pela Comunidade Européia e entrou para a lista de produtos DOP (denominação de origem protegida). É produzido principalmente nas regiões da Lombardia e do Piemonte, no norte. É um queijo que pode ser considerado cru de cor branca, atravessado por “riscos” verdes que são na verdade fungos especiais e que dão o sabor característico ao produto.
O processo de produção do queijo é com leite pasteurizado, misturado com fermentos lácteos e fungos selecionados. A maturação dura no mínimo dois meses para a variedade doce e mais de três meses para o tipo picante. É bastante utilizado na culinária, sendo misturado a risotos, massas dos mais variados tipos, polentas ou até mesmo servido sozinho. Combina com vinhos tintos robustos e deve ser conservado em papel alumínio, após a remoção da crosta.
Se para o Emporio Armani, Giorgio concentrou-se no preto, para a coleção principal a cor dominante da vez é o rosa, nos mais diversos tons. É a cor da sedução, da pele. A versão Armani das calças é cortada exatamente no tornozelo, criando um movimento sinuoso, e deixando-a mais feminina. E tem espaço ainda para a auto-ironia: pela primeira vez Giorgio Armani expõe a si mesmo em uma camiseta, bem mais jovem em um elegante smoking.
Immagini via | TFS
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Não importa em qual estação estamos, um dos desfiles mais esperados é aquele de Alberta Ferretti, isto porque a estilista já se acostumou a superar as expectativas com as suas criações. Os colegas do Fashionblog italiano estavam lá presentes e conseguiram umas belas fotos do desfile, capturando os detalhes específicos que dão a idéia da coleção. O local, como podemos ver, foi escolhido a dedo e decorado perfeitamente: passarela totalmente branca, como já virou tradição da marca, para ressaltar as peças produzidas pela estilista italiana.
As roupas para usar durante o dia são coloridas e chamativas, enquanto aquelas noturnas, mais sóbrias. Roupas práticas para o dia-a-dia, cômodas e repletas de cor: desde túnicas anos 60, botas decoradas e em veludo, até peças que relembram a década seguinte, dos anos 70. As cores escolhidas são o fúcsia, turquesa, azul e laranja. Já os noturnos usam, principalmente o preto, pérola, cinza e rosa.
Pro inverno europeu obviamente não podem faltar as peles, uma exigência não só pra sobrevivência no frio, mas porque as mulheres também ficam muito mais bonitas com elas.
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Um rico empresário milanês há tempos procurava um quadro do pintor franco-russo Wassily Kandinsky para sua coleção de obras-de-arte. No ano passado foi contactado por três mercadores de arte, ativos na área de Milão. Eles teriam um quadro de Kandinsky de 60 x 40 cm, um suposta obra inédita chamada K19, que teria sido pintada no início do século XX, cujo preço chegava a 3 milhões de euros.
A tela, segundo os vendedores, seria uma descoberta recente, catalogada em uma exposição de 2008 realizada em uma galeria de Moscou. No entanto o colecionador queria mais detalhes. Embora 3 milhões por um Kandinski seja uma verdadeira pechincha, ainda assim são 3 milhões. Foi então que ele se dirigiu aos Carabinieri (a polícia militar italiana) da divisão de tutela do patrimônio cultural que, depois de algumas investigações preliminares apreenderam o quadro e o mandaram para análise no Centre Pompidou de Paris. O resultado? Uma falsificação que teria sido pintado em Israel e depois foi parar em Moscou após ter sido vendido a um colecionador alemão.
Agora a investigação assumiu dimensões internacionais, com oito pessoas indagadas por fraude.