Querem comer um bom prato da culinária romana? Então devem visitar o Quinto Quarto, delicioso restaurante na rua della Farnesina, a dois passos da Ponte Milvio.
O menu compreende os pratos fortes da cozinha romana, não faltam coda alla vaccinara, a tripa e a carbonara; esta última é realmente imperdível, e foi inclusive contemplada entre as 10 primeiras de Roma pelo catálogo Gambero Rosso.
A cantina é rica de muitas etiquetas importantes e da região Lazio. Neste local também há muita atenção para o mundo das cervejas, muitas vezes ignoradas nos restaurantes. Aqui, é possível encontrar cervejas artesanais como a da Cervejaria do Borgo.
O bustrengo é um doce típico da Romanha, mas também em Marcas reivindicam a paternidade. A sua origem vem de Borghi, sobre as colinas de Cesena e a sua receita permanece envolvida em mistério porque é mantida, dizem, parcialmente secreta pelas famílias do local. Cada cozinheira, fundamentalmente, possui a sua receita e combina em modo diverso os vários ingredientes: os de base são farinha branca e amarela, fruta seca (amêndoas, figos, nozes), mel, casca de limão e laranja, uva-passa, leite, ovos, manteiga e vinho.
O Bustreng tem a forma redonda, de cerca 25 centímetros de diâmetro, e de coloração dourada. Hoje é possível saboreá-lo nas variações a base de especiarias ou chocolate. Transcrevo abaixo uma versão para preparar este doce que deve ser fantástico acompanhado com um bom vinho.
Ingredientes: 100 gr. de farinha amarela, 200 gr. de farinha branca, 100 gr. de farinha de rosca, 200 gr. de acúcar (ou mel), 3 ovos, meio litro de leite, 100 gr. de uva-passa, 100 gr. de figos secos em pedaços, 1 raspa de limão, 1 raspa de laranja, meio kg. de maças descascadas e em pedaços, meio copo de azeite extra-virgem de oliva, 1 colher de chá de sal.
O risoto alla pilota é uma especialidade de Mântua já nota nos tempos dos Gonzaga e recebe o nome “piloto”, ou seja, aquele que trabalha com a pila de arroz, o estabelecimento onde vinha limpo, tratado e preparado para a venda.
Particularmente substancioso, este risoto possui entre os seus ingredientes uma base de salamele, manteiga e queijo tipo parmesão (aqui podem encontrar a receita em detalhe).
Uma variante famosa deste prato é o risoto con puntel: neste caso o risoto alla pilota é servido com bifes e costeletas de porco grilhadas ou na manteiga dentro do risoto.
Foto | Flickr
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De 1 de Novembro a 8 de Dezembro os municípios toscanos de Asciano, Buonconvento, Monteroni d’Arbia, Rapolano terme e San Giovanni d’Asso serão palco de Crete de Outono 2008, que prevê uma série de eventos e mostras dedicadas à trufa, aos percursos enológicos mas também o cicloturismo, ao trekking e a degustação de produtos típicos da culinária toscana.
Para a ocasião foram preparadas algumas ofertas para os turistas que decidirem passar alguns dias a apreciar com calma os sabores da região. Os pacotes são compostos de: uma noite grátis reservando uma permanência mínima de 3 noites; 50% de desconto pela segunda noite para quem permance 2 noites; uma visita gratuita aos museus do território; a degustação dos produtos do agriturismo (para quem escolhe esta tipologia de alojamento); uma janta típica a um preço especial (para quem pernoita em estruturas com restaurante).
Por exemplo, 3 dias e 2 noites em agriturismo custam 88 euros por pessoa, que passam a 116 por 3 noites em quarto duplo. Se escolher um hotel 3 estrelas o custo é de 99 euros por cabeça para 2 noites e de 126 por 3 noites em duplo, com um jantar típico “senese” incluído no preço.
Aqui poderão encontrar o programa completo de “Crete de Outono” para escolher o melhor período para saborear esta parte da Toscana.
Informações e reservas: Vacanze Senesi Incoming, (0039) 0577/45900, booking@vacanzesenesi.it
Fonte | terresiena.it
Sempre no tema “pratos desconhecidos” (pela minha pessoa, obviamente) proponho hoje o friggione. Se trata de uma receita antiquíssima, que remete a 1886, depositada na Academia italiana de cozinha da Câmara de Comércio de Bolonha somente em 2004. O friggione (em dialeto, “al frizzàn”) é um molho a base de cebolas brancas, tomate sem pele, banha, sal e açúcar, ótima para servir como acompanhamento de cozidos, salsichas ou picadinhos de carne, ou ainda, esparramado em torradas, pães ou polenta. Aqui está a preparação detalhada desta iguaria por Vera Cesarina:
Ingredientes (presumo para uma dose industrial!!): 4Kg de cebolas brancas, 300 gr. de tomates sem pele frescos, 1 colher (chá) de açúcar, 1 colher (chá) de sal grosso e 2 colheres (chá) de banha (eventualmente, poderá ser substituída com azeite).
Preparação: picar as cebolas muito finas e deixar pelo menos duas horas no sal e açúcar. Em uma forma de alumínio colocar a cebola com a água que terá deixado, a banha e em fogo baixíssimo cozinhar girando com colher de madeira até ficar com cor escura, fazendo assim não grudará na panela. Serão precisas duas horas de cozimento. Juntar à cebola os tomates picados e continuar a girar por uma hora até terminar o cozimento. Quando a banha começar a fazer bolhas rosadas e a cebola com o tomate tiver a consistência de um creme, o Friggione estará pronto.
Foto | Flickr
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O autor está promovendo através de encontros e apresentações nas livrarias e o período do ano, o primeiro frio do outono europeu e a “maturação” dos produtos do bosque, o rendem muito atual. Se trata da edição 2009 do Mangiarozzo, o guia às hosterias e tratorias da Itália, que avalia locais e cozinhas não levando em conta a “etiqueta” mas o “garfo”.
Um volume de 800 páginas, ao custo de 20 euros, que Carlo Cambi (fundador de As viagens de Repubblica e presidente da Estrada do vinho Terras de Arezzo) escreveu por três razões fundamentais: “fazer cultura da comida; religar as tradições da gastronomia italiana concedendo um papel de destaque aos cozinheiros e cozinheiras menosprezados dos guias “chiques” e exaltar a ligação entre sabores e agricultura; oferecer aos leitores uma seleção de locais onde degustar uma autêntica cozinha de território gastando o justo”.
As tavernas foram selecionadas e recensiadas por Mangiarozzo (que propõe uma viagens pela Itália através dos sabores mas também uma contribuição à cultura gastronômica) em base a critérios como a relevância da cozinha de tradição, a gestão de caráter familiar e a apresentação de um conto leve. No livro não existem copos, garfos ou estrelas e muito menos outras classificações dado que somente as hosterias e tratorias dignas de atenção encontraram espaço nas suas páginas.
Um livro de bom gosto para encontrar o prato certo, no lugar certo e gastando o correto.
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As dietas começam sempre na segunda-feira. Como hoje é sexta-feira, não se preocupe, não estarei aconselhando uma receita magérrima para emagrecer, mas um tipo de alimentação para viver melhor e por mais tempo.
As vantagens da dieta mediterrânea são mais do que célebres, mas como estamos cada vez mais ‘ocidentalizados’, nos dirigindo para uma alimentação cada vez mais rica em gorduras, enquanto decresce o consumo de alimentos como o azeite de oliva, pão e verdura. Porém, é bom lembrar o que é a dieta mediterrânea. Se chama assim a alimentação que prevê o consumo abundante de fruta, verdura, carboidratos complexos, azeite de oliva, peixe e menos carne, enlatados, queijos e derivados.
Uma pesquisa recentemente publicada no British Medical Journal e conduzida por especialistas da universidade de Florença, demonstraram que quanto mais próximos a dieta mediterrânea, melhor são as condições de saúde, com uma redução de 9% da mortalidade total, de 9% da mortalidade por causas cardiovasculares, de 13% de doenças como o Parkinson e Alzheimer, e de 6% da incidência ou mortalidade por tumores. Para chegarem a essa conclusão, os pesquisadores seguiram a alimentação de um milhão e meio de pessoas dos 3 aos 18 anos.
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O Brus é um produto típico do Piemonte (Itália). Não se pode definir propriamente como um queijo porque é obtido da mistura de restos de outros queijos (na maior parte das cascas) com pouco leite fresco e fazendo refermentar em ambiente refrigerado. Em um segundo momento, a fermentação é bloqueada com o auxílio de um alcoólico (como a bagaceira ou o conhaque).
A consistência deste queijo é cremosa; o sabor picante e decididamente forte para o paladar delicado. É melhor apreciado quando combinado a comida neutra como a polenta, o pão ou outros produtos de forno secos.
Se como eu nunca viram um Brus ou não sabem como encontrá-lo, em Cookaround é fornecida uma riceita para realizar em modo doméstico.
Fonte | Saporetipico.it
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O fato que eu seja uma apaixonada pela cozinha e de boa comida não quer dizer que seja uma enciclopédia ambulante de tudo o que existe sobre este argumento. Já completamente consciente desta minha limitação, me dei conta ainda mais quando ouvi uma amiga, muito naturalmente, dizer que para o almoço iria comer um pouco de “sopa com fregola”.
É o caso de dizer: a fregola, esta desconhecida? Para mim sim, e como qualquer pessoa curiosa que se preze fui rapidamente me informar do que se tratava esta tal fregola. Antes de mais nada, se trata de um ingrediente típico da Sardenha, ou seja, uma massa seca a base de sêmola e água reduzida em bolinhas, portanto muito parecido com o cous cous mas mais grossa.
Tradicionalmente é preparada com ostras ou mariscos, e se trata de um prato muito consumido também no outono, mas ótimo também em versão “risoto” associado a ingredientes simples mas que se valorizem mutuamente. Não confiam? Experimenta procurar no Google “fregola” e vejam quantas propostas interessantes aparecem. O único problema será encontrar um pouco deste versátil ingrediente…
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O Baltimore Sun publicou que a Itália está tentando proteger as suas tradições culinárias através de um grupo que se chama “Home Food“, e o titulo seria “Associação pela Tutela e Valorização do Patrimonio Gastronomico-Culinário Típico da Itália”.
O grupo tem com base a cidade de Bolonha e é patrocinado pelo Ministério da Agricultura em colaboração com a Universidade de Bolonha. Se trata de um grupo de mulheres dedicadas à conservação da cozinha tradicional italiana e a arte de cozinhar, e que dão as boas vindas aos hospedes para experimentar a cozinha dos tempos passados.
Os eventos vão de Bolonha a Napoli e o nosso preferido é o S.O.S Home Food, no qual, se você é registrado no grupo, eles vem na sua casa cozinhar todo um almoço ou jantar tradicional.
O grupo cresceu muito e agora tem até um blog e um fórum.
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