Esta receita é ótima para quem chamou os amigos em casa para um jantar e quer servir algo diferente e delicioso, com ingredientes simples e frescos, estamos falando dos nhoques com berinjela e mussarela.
Ingredientes: nhoques a vontade (melhor se forem os caseiros), berinjelas, mussarela em pedaço único, sal, queijo ralado, azeite.
Modo de fazer: lavar as berinjelas, colocar sal e deixar descansar para que soltem o amargo, depois cortar em pedaços do mesmo tamanho que for cortada a mussarela. Antes de cozinhar os nhoques em bastante água salgada (cuidado que é muito rápido) em uma panela grande, refogar as berinjelas com bastante azeite e uma pitada de sal. Quando os nhoques estiverem prontos, colocá-los na panela, acrescentar a mussarela mexendo até que derreta, então polvilhar o queijo ralado e servir quente. Buon appetito!
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Tempo de crise e o Natal chegando, então é legal investir em receitas econômicas, como esta da Foccacia italiana.
Ingredientes: 900g de batatas; 220g de farinha de trigo; 100g de cebola, óleo e azeite; sal e pimenta do reino a gosto.
Modo de preparo: antes de tudo cozinhar as batatas. Enquanto isso fazer a massa com a farinha, 100 ml de água, um pouco de sal e 1 colher (de chá) de azeite.
Depois de amassar bem a massa, envolvê-la em papel-filme, e levar a geladeira por 30 minutos. Descascar as batatas, amassar, temperar e juntar a cebola (cozida em água quente por 2 minutos e picada bem fina).
Tirar a massa da geladeira estender e fazer vários círculos de massa, que serão recheados pela metade com o recheio de batatas e depois fechar no formato de meia lua, apertando bem as bordas. Fritar em uma panela com óleo bem quente e servir ainda quentes.
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A mostarda de Cremona é um tipo de geléia de fruta com fruta cristalizada, com essência de mostarda, que é preparada no final do verão e começo do outono com fruta mista ou também só com um tipo, mas pode ser preparada também com verduras, e é coberta com uma solução de glicose. A primeira receita da mostarda de Cremona é de 1604.
A frutas que são mais usadas são as cerejas, damascos, figos, peras e pêssegos, onde se junta geralmente abóbora, açúcar e mostarda. A mostarda tradicional de Cremona há pouco tempo foi registrada como De.Co. (Produto com denominação regional controlada) que define os ingredientes para o preparo e a técnica produtiva a ser utilizada.
A combinação mais tradicional da mostarda é com as carnes, assadas ou cozidas, tipos de salames cozidos, e derivados. Recentemente começou a ser usada com queijos (como o provolone, a ‘crescenza’, o ‘taleggio Dop’ ou o Parmesão) e até com carpacci de peixes e crustáceos.
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A Citta’ di Castello, realiza este ano a trigésima edição da feira do Tartufo branco, de 6 a 8 de novembro. A manifestação consiste em 40 barracas colocadas entre a praça Matteotti, a praça Gabriotti e a praça Fanti, dedicadas ao caríssimo tubérculo proveniente dos territórios do Alto Tevere e do Alto Chiascio.
Para acompanhar o rei da mesa, também estarão presentes produtos da culinária local e nacional, em exposição nas seções dedicadas aos ”Sabores da Itália” e aos ”Sabores do bosque”. Também acontecerão palestras e momentos de aprofundamento sobre o produto.
Um dos encontros mais curiosos e divertidos do evento é ”Mastri banconieri in gara” (Mastros brancos e pretos na disputa), que acontece no domingo dia 8 de novembro, às 15h, na praça Matteotti. Serão duas as estrelas: o maior presunto da Úmbria (que entrou no livro dos recordes), e o campeão mundial de corte de presunto.
Para quem gosta de restaurante de peixe e está em Milão, sugerimos o LaLisca - via Friuli 7 - restaurante na região da Porta Romana.
LaLisca FisHouse: via Friuli 7







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A receita de hoje é um prato de carne típico da região da Puglia, com um grau e dificuldade médio, e que todos deveriam provar. Estamos falando da “brasciola alla barese”. A braciola na Puglia é como uma “santidade”: são bifes de carne vermelha (alcatra, filé mignon, etc..) enrolados, que segundo a tradição devem ser cozidos por ao menos seis horas no molho de tomate em fogo baixo. Quando se usava o barbante para amarrar os enroladinhos, e não os palitos de dente ou as redinhas, as avós pulhesas levantam às 5 da manhã no domingo para preparar as braciolas ao molho para servir no almoço.
Ingredientes para 4 pessoas (dificuldade média, tempo de preparação uma hora e meia): 8 bifes de carne vermelha, 100 g de queijo pecorino, 80 g de bacon, 200 ml de vinho tinto, molho à vontade, 1 cebola, azeite, salsinha, alho, manjericão, sal e pimenta-do-reino.
Modo de preparo: bater os bifes com o batedor de carne, no meio de cada bife colocar um pedacinho de bacon, um pouco de queijo cortado em palitos, salsinha, alho, sal, e a pimenta-do-reino. Depois enrolar as braciolas e amarrar com barbante para culinária, ou com redinha de culinária (evitar os palitos de dente). Em uma panela esquentar o azeite e dourar um pouco os enroladinhos e depois acrescentar o vinho. em uma outra panela prepara o molho de tomate, acrescentando a cebola e salgando. Colocar as braciolas no molho e deixar cozinhar em fogo baixo, controlando para que não grudem no fundo, se necessário acrescentar um pouco de água. Nos últimos 5 minutos acrescentar o manjericão.
Foto | Flickr Andrew Ressa
A “gialletta” é um prato típico italiano, e na região da Puglia, ele é um prato muito pobre, seja pelos poucos ingredientes utilizados, seja pela sua simplicidade. Na cultura popular ele era um prato usado principalmente quando não se tinha muita coisa na geladeira.
Ingredientes para 4-5 pessoas: 500 g de tomatinhos (tomate cereja) não muito maduros, quando ainda estão meio alaranjados, azeite, 2 pimentas vermelhas, sal.
Modo de preparo: colocar em uma panela bastante azeite, cerca de três dedos e deixar esquentar até fumacear. Quando estiver bem quente acrescentar os tomates e as pimentas, que podem ser colocadas inteiras, para quem não gosta muito de picante, para quem gosta pode colocar as pimentas picadas. Acrescentar o sal e cozinhar por cerca de 15 minutos.
É muito importante não deixar que os tomates cozinhem muito, pois ficariam muito secos, e impediria de molhar o pão, que é o principal objetivo do prato.
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Esta receita é típica da região do Lazio, são as “frittelle al rosmarino” (bolinhos ao alecrim). Como é uma receita antiga e originária do campo, as quantidades são colocadas “a olho”, ou seja, o quanto basta.
Os ingredientes são: farinha, água, fermento, sal, alecrim e açúcar. Trabalhar a farinha, com a água e o fermento, com bastante energia. Acrescentar sal. No final de trabalhar a massa colocar as folinhas de alecrim. Colocar no fogo uma penal com bastante azeite quente e colocar um pouco de massa dosada com uma colher, uma por vez. Deixar dourar, virando o bolinho várias vezes. Quando estiver dourado, escorrer em papel absorvente.
A parte curiosa desta receita, é que se polvilha açúcar nos bolinhos salgados. Eles podem ser servidos quentes ou frios.
Foto | Teitel Brothers
A acquacotta (água cozida) pertence a uma tradição gastronomica que se carateriza pela falta de escolha dos ingredientes e era o único prato dos butteri (os peões de boiadeiro) de uma região especifica do Lazio, que precisavam se alimentar de comidas práticas na sua conservação ou verduras que eram encontradas nos pastos.
Os peões preparavam a sua comida ao ar livre, cozinhando por muito tempo as ervas recolhidas no pasto (geralmente chicória e uma misturas de outras ervas), com alguma batata, menta selvagem, tomate, alho e, as vezes, muito de vez em quando, um pedacinho de bacalhau seco. No fundo do recipiente onde comiam eles colocavam pedaços de pão seco, depois o cobriam com as verduras e com a água onde estas foram cozidas.
O tempero da sopa era feito com azeite e era quase um ritual realizado pelo líder dos peões, que quando colocava o azeite nos pratos, traçava uma cruz.
A foto é do site: www.slowfoodsiena.it