Esta mansão fica em Treviso, e nos apresenta um estilo contemporâneo com projeto totalmente italiano realizado pela empresa de arquitetura MZC Architects.
Os interiores estão divididos em dois ambientes: o primeiro concentra todos os ambientes de uma casa funcional; o segundo é dedicado ao relaxamento do corpo e da mente, com uma grande piscina e um solário de madeira e por uma cozinha em cimento com espaço para os convidados.
Tudo combina num contraste entre branco e preto, a parte dedicada para o dia e a dedicada para a noite são divididas por uma parede preta que define as áreas funcionais. Nas duas partes a intenção é sempre dar a cada canto um caráter individual, com luz, espaço, e com peças básicas que exaltam a estética e a funcionalidade. E a característica comum em todos os ambientes são os jogos de luz, tanto natural como artificial, criando uma idéia de espelhos.
A única diferença estilística entre as duas partes é o piso: a resina cinza para a área dia contrasta com o calor da madeira na área noite.
Por | Contemporist
Na pequena ilha de Cavallo, entre a Córsega e a Sardenha, encontramos esta elegante mansão do estilista Antonio Fusco e realização do arquiteto Giovanni Pacciani.
O fator panorama é muito importante: ele tem destaque nas janelas amplas e com as áreas externas da mansão, abraça a natureza e mar cristalino do local, oferecendo aos ambientes da casa um clima de puro relaxamento.
Uma sensação valorizada também pela arquitetura e pela decoração, simples, moderna, linear, mas muito elegante. Os materiais usados são da melhor qualidade, que respeitam a tradição do lugar e a proteção necessária contra a agressão do ar marinho: madeira de castanheira envernizada de branco, granito rosa nas paredes a seco realizado em opus incertum, e piso com tijolos de terracota.
Poucas decorações, mas todas envolventes e fascinantes, com uma galeria de rascunhos de modelos que destaca a personalidade do dono, e peças de design, como lâmpadas assinadas por Philippe Starck.
Por | AD
Continuar lendo: A mansão de férias do estilista Antonio Fusco em uma ilha perto da Sardenha

Como muitas das mais importantes estruturas de Roma, também o aeroporto Leonardo da Vinci nasceu para receber as Olimpíadas de 1960.Às 18 e 20 de 20 de agosto, faltando apenas cinco dias para o começo dos Jogos Olímpicos, aterrissou o ‘Convair’ do Presidente da República Giovanni Gronchi.
O aeroporto ainda não estava totalmente ativo: a transferência das companhias aéreas marcou a abertura definitiva da atividade na noite entre o 14 e 15 de janeiro de 1961. Um único terminal (o atual Terminal 3), naquela época o aeroporto, hoje o maior a Itália, oferecia uma farmácia, uma banca de jornais, um bar e uma agência dos correios.
Poucos sabem que na realidade o Leonardo da Vinci foi inaugurado duas vezes. Primeiro em 1956 com uma estrutura que tinha apenas uma pista. Foi uma cerimônia formal, com finalidades políticas, para demonstrar que os trabalhos estavam sendo realizados mesmo se os projetos definitivos ainda não tinham sido aprovados.
Continuar lendo: Roma: o aeroporto de Fiumicino completa 50 anos, entre polêmicas e novas soluções

Na Itália, os sinos das igrejas italianas podem tocar ao comando do telefone celular.
Por falta de manutenção e de pessoas com braços muito fortes para puxar as cordas, muitas igrejas estão com os sinos parados. Com o novo sistema, basta o toque de um dedo num aparelho dentro da igreja e até mesmo um comando que o padre pode acionar pelo telefone celular.
Os sinos são uma das marcas registrada da Itália. Quem já passou pela velha bota, certamente parou para ouvir os sinos badalarem. Um verdadeiro fundo musical para a paisagem!

Depois de vários interventos ao longo dos anos, o apartamento antes de ser vendido, tinha sido deixado em estado de abandono, ou seja, em péssimas condições de manutenção.
Depois do quebra-quebra geral em paredes, divisórias e tetos, veio à luz a planta original do apartamento. O critério de distribuição dos locais correspondia aos critérios da época, com as salas distribuídas na frente e o banheiro e cozinha nos fundos.
A vontade dos novos proprietários de manter uma distribuição tradicional, fez o projetista, o arquiteto Marco Innocenti, a seguir uma linha racional a favor da funcionalidade. Melhorando decididamente o aspecto estético e ressaltando as características estruturais, como as reentrâncias nas antigas paredes, desfrutados como prateleiras embutidas e a notável altura (3,82 m), prerrogativa das casas da época. O resultado ficou espetacular e as fotos podem ser vistas na galeria.
Foto | Andrea Vierucci

Cimento, ferro e madeira. Materiais finos, exaltados pelo seu aspecto natural e que testemunham a vontade de exibir a origem industrial do edifício. Tons escuros e pouca mobília. Em alguns espaços, os tijolos são deixados à vista, nus, sem reboco. Apoiados na parede, imagens em preto e branco que se destacam sobre a parede cinza.
A luz proveniente do alto, traz uma iluminação zenital ao open space situado em Milão, não muito distante do Naviglio e das colunas de San Lorenzo. No interno de um estabelecimento dos anos 20, um galpão industrial com acesso direto pelo pátio interno foi transformado em 3 grandes lofts. Completamente reformados, foram inseridos nos tetos, grandes vitrais que filtram a luz e tornam os ambientes luminosos.
Em um desses lofts (o da foto), vivem o fotógrafo Andrea Martiradonna e a arquiteta Silvia Makita com os três filhos. Silvia foi a responsável pelo projeto interno e a cargo de Andrea, ficaram as imagens espalhadas pela casa.
Fotos | Andrea Martiradonna

Reformada com grande habilidade para desfrutar ao máximo cada espaço, esta mansarda de 80 metros quadrados localizada no coração de Roma, com terraço e vista sobre os tetos capitolinos, é um mix de design, arte e estilo.
O design moderno, representado por móveis cultos como o sofá de Le Corbusier, as poltronas de Mies van der Rohe e a mesa de jantar de Eero Saarinen, se alternam com elementos de época como o grande espelho de 1600 no qual reflete a sala principal. Um contraste enfatizado pela passagem da luz natural, atravessa a sala de estar e exalta as cores claras e escuras dos móveis, colocando em evidencia os tons acesos dos quadros e dos acessórios.
Um jogo de alturas delimitam as várias áreas da casa, criando movimento e profundidade aos ambientes, o que permitiu criar em uma área limitada, um segundo quarto e um estúdio.
Fotos | Adriano Brusaferri

O centro da Itália preserva inúmeros e belos edifícios renascentistas, grande parte concentrada em Florença e arredores.
Suas linhas bem definidas, simplicidade e proporções harmoniosas surgiram de uma reavaliação do passado. Rompendo com o estilo gótico, os arquitetos renascentistas voltaram à Roma clássica para se inspirar. Já no final do século XV, começou a ser construída a maioria dos edifícios, financiados pela igreja católica ou por poderosas familias nobres, como os Médici de Florença.
Os princípios do Renascimento, que eram bastante simples, foram interpretados de forma diferente longe de Florença. Berço do pensamento e criação artística, essa cidade ostenta o maior numero de igrejas e palácios.
Foto | Flickr

Uma clássica arquitetura industrial reestruturada, com o pavimento de cimento queimado e tetos altos 4 metros e meio, este apartamento se encontra no bairro de Bovisa em Milão.
Tipicamente metropolitana, a ampla volumetria é climatizada no verão e no inverno graças a um moderno sistema de calor que prioriza a economia de energia. Para mobiliar os espaços, o proprietário Enrico Malmperti aderiu ao design dinamarquês e americano dos anos 50 e 60, mesclando-os com peças de produção atual, em muitos casos caracterizados por uma “veia” irônica, como no caso do balanço e da poltrona em formato de bola.
Se a cozinha é antológica e muito colorida, o resto da casa-studio constitui um habitat rarefeito, onde telas de grandes proporções, ora abstratas, ora figurativas, personalizam-se em modo cenográfico. Se criam assim, visuais de forte impacto, um palco doméstico feito de ângulos capazes de exprimir ao máximo a sensibilidade artística do dono da casa, que também é empreendedor. O resultado? Um loft aconchegante e sofisticado, um open space fácil e velozmente transformável segundo a exigência.
Fonte | Cantiere Bovisa

Valorizar o máximo possível a luz. Esta foi a idéia mestra que direcionou a reforma deste apartamento anos 50, conduzida pelo arquiteto Massimo Barba juntamente com os outros arquitetos Giancarlo Manni e Massimo Dal Forno e do engenheiro Umberto Domeniconi.
A casa, no centro historico de Verona, é composta de dois níveis e se prolonga até a parte exterior, graças a um amplo terraço. Todos os interventos estruturais, da ampliação das janelas à eliminação de algumas paredes divisórias e à escolha de alguns materiais, por exemplo carvalho cor de mel para o pavimento, foram orientados de forma a captar maior abertura e luminosidade.
Para mobiliar este espaço, Massimo Barba, em colaboração com Abita de Verona, escolheu peças de design importantes, porém discretas, dando ao conjunto o glamour e fascínio da simplicidade.
Fotos | ATCasa