Para recordar o cantor e compositor italiano Lucio Battisti e os dez anos de sua morte, amanhã na Itália chegará nas livrarias Il mio amico Lucio Battisti (O meu amigo Lucio Battisti), livro-entrevista com o letrista italiano Mogol, muito próximo de Battisti, por Claudio Sabelli Fioretti e Giorgio Lauro.
Entre os vários livros dedicados ao cantor e compositor nascido em Poggio Bustone, este é o primeiro a registrar opiniões e lembranças de Giulio Rapetti, que é conhecido com o nome artístico Mogol, o escritor de letras de várias músicas inesquecíveis. Existem todas as premiscias para que o livro possa relatar «o Battisti íntimo e desconhecido», aquele inédito da vida cotidiana, e também as dinâmicas com a qual nasceram tantas obras da música italiana.
O livro Il mio amico Lucio Battisti promete divulgar pela primeira vez falas definitivas sobre algumas vexatae quaestiones sobre a qual os apaixonados ainda se questionam. Por exemplo: é verdade que no fundo Mogol e Battisti eram fascistas? E porque se separaram no final da carreira deste último? O que aconteceu durante a última famosa viagem a cavalo? E qual é a verdadeira história do Cet, a célebre escola de música da região da Umbria onde os dois cruzaram seus destinos?
«Lo scopriremo solo vivendo» (O descobriremos só vivendo), diriam Battisti e Mogol. Vivendo e (talvez) lendo Il mio amico Lucio Battisti.