Publicado em 14 Mai 2011 por Gerson
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Um artigo do jornal americano Financial Times classifica a capital italiana como cidade “Lovable” (amável) mas não “Liveable” (vivível), visto a luta com Nova York, Rio de Janeiro, Istambul e Los Angeles. Entre as mais “vivíveis” estão Vancouver, Viena, Genebra, Zurique e Copenhague. Os parâmetros são baseados na qualidade das instituições políticas, culturais, verde urbano entre outros. “Todas estas determinantes parecem sem sombra de dúvidas coisas boas. Mas o que significam colocadas juntas? Será que Mônaco pode realmente ser um dos melhores lugares ao mundo pra viver? Mesmo num domingo à tarde?”.
“Estive em Copenhague – afirma no artigo Joel Kotkin, professor de urbanismo “e é bonita. Mas francamente, no segundo dia eu me perguntava o que fazer. Devemos perguntar a nós mesmos: o que torna uma cidade realmente grande? …Descartes dizia que uma cidade grande deve ser um inventário do possível”.
A pergunta que fica é: o que torna Roma grande? Uma pergunta que terá infinitas respostas diversas porque, como conclui o artigo, “as cidades somos nós - nós as criamos dentro de nós mesmos. Nenhuma cidade é a mesma coisa para duas pessoas diferentes, então é impossível tentar compará-las”.