
Para realizar um desejo do presidente russo Medvedev que visitou a Itália, foi tirada uma foto junto com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, na frente da famosa obra de Leonardo Da Vinci, a Última Ceia, rompendo a rígida (que deveria ser) rega que proíbe o uso de câmaras fotográficas e de flash. Aqui a foto.
Enquanto a foto era tirada, os turistas que tinha agendado sua visita ( a lista de espera pode ser de três meses), foram barrados para permitir que os políticos pudessem realizar uma visita mais tranquila.
Alberto Artioli, o responsável pelos Bens Arquitetônicos e Paisagísticos de Milão, foi favorável a esta ‘quebra’ da regra no convento Santa Maria delle Grazie, assegurando ter realizado o desejo de Medvedev. E por outro lado, disse o Artioli, “a sessão foi breve e os fotográfos ficaram posicionados longe da pintura”.
Já Ulberico Santa Maria, dos Museus Vaticanos, onde o flash é absolutamente proibido, disse que nunca teria permitido uma exceção deste tipo. “Recebemos 4 milhões de visitas por ano aqui e se cada um usasse o flash o prejuízo seria imenso. O fato da Última Ceia ser uma pintura num mural e não um afresco deixa o trabalho ainda mais frágil, por causa do material orgânico presente na pintura”.