
Joyce não amava Roma, uma cidade que ele definiu como parecida com “um neto que vive vendendo o cadáver de sua avó’. A metáfora volta a mente considerando os artigos de muitos jornais estrangeiros sobre as belezas da capital italiana, que muitas vezes destacam a falta de manutenção e de atenção pública que merece.
Por exemplo o Telegraph publicou artigos entusiastas de Keith Miller e também de Tom Fort, escritor de turismo, que descreve Roma como a cidade ideal, porque apesar das ondas de visitantes, dá a impressão que é uma cidade ideal para se morar’.
E sobretudo consegue conciliar um ‘unicum’ vital tantos períodos históricos sobrepostos, desde a história antiga latina até o Renascimento. único conselho curioso, o de evitar o Circo Máximo, cheio de ciclistas, de pessoas correndo, que estragam a vista de quem quer aproveitar o panorama.
Esperando que estes comentários revitalizem o percentual de turistas (atualmente em queda), destacamos também o susto que o queda de pedaços do Coliseu provocou, logo agora que se fala em restaurá-lo com financiamento italiano e estrangeiro, como destacou o El Mundo.