Você já teve a possibilidade de visitar a antiga, misteriosa e fascinante Abadia de S. Antimo? Se a resposta é NÃO na sua próxima viagem à Itália você precisa reservar um tempinho para fazer uma excursão pros lados de Montalcino, na Toscana. Depois de explorar e apreciar os parreirais e as cantinas que criaram o mito em torno do vinho Brunello di Montalcino, pode-se fazer um belo passeio para digerir os generosos goles de vinhos.
E a primeira meta deve ser a Abadia de S. Antimo: O tempo do percurso é de 3h e aconselha-se sair de Montalcino pelas 9h30 para poder chegar em S. Antimo antes das 13h, quando os monges entoam os cantos gregorianos. S. Antimo é um dos monumentos mais bonitos e sugetisvos da região, com arquitetura no estilo românico.
Diz a lenda que a Abadia fora construída no ano de 781 d.C. por ordens do Imperador Carlos Magno que, para escapar da peste, teria pedido as bençãos e, uma vez livre do flagelo, fundou a Abadia. No site da Abadia pode-se encontrar os horários de abertura e dos rituais e muitas outras informações úteis para o vosso passeio…
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Um gran finale em uma viagem à Toscana pode ser uma degustação de vinhos na Villa Petriolo, premiada pelo Best of Wine Tourism Awards, pertinho de Florença. Digamos que “bonito” não é um adjetivo normalmente usado para vinhos, mas as irmãs Maestrelli produzem exatamente isso: bonitos vinhos italianos.
O prêmio concedido à Villa Petriolo foi na categoria “práticas de enoturismo sustentáveis” e pode-se ver pelo cuidado que eles tem com a terra. O antigo prédio é um atrativo a mais, visto que foi conservado como era, com muitos artefatos antigos pertencentes ao pai das irmãs, além de itens de colecionadores.
A irmãs Maestrelli dão as boas-vindas de modo singelo e sincero e pode-se degustar uma grande variedade de vinhos fabricados no local mesmo, tudo guiado por Silvia Maestrelli, que deixa à disposição também os antipastos toscanos, saladas e frios. A proprietária afirma que pretende fazer vinhos refinados e elegantes mas sem pretensões comerciais. Segundo ela, já foi atingido um nível muito além, um vinho difícil de ser descrito, mas que permanece no coração das pessoas, propiciando uma experiência que foge da tradicional descrição do perfume e da estrutura de um vinho.
Chianti wine tasting and tours: Villa Petriolo
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Algumas cenas do filme “Cartas para Julieta foram filmados no Relais Borgo Scopeto, e é fácil descobrir o porquê: este hotel 4 estrelas superior é perfeito para representar cenas de época. Mas como o Best of Wine Tourism comprova, o luxo medieval deste local, no coração da Toscana, oferece muito mais que apenas o cenário de um filme.
O serviço de qualidade do hotel inclui uma cozinha típica toscana com os vinhos certos que combinam com qualquer tipo de comida, além de um recém aberto spa para aqueles clientes que gostam de ser mimados durante o wine tour.
O hotel conta também com duas piscinas, uma das quais com um panorama de tirar o fôlego da cidade de Siena, o que foi uma das primeiras razões para a escolha do filme. Depois do sucesso do filme e a pedido dos hóspedes, a direção do hotel decidiu manter as mudanças feitas na suíte principal, que tinha sido redecorada especialmente para a superprodução.
O Great Wine Capitals anunciou recentemente os vencedores de 2011 do Best of Wine Tourism de Chianti. O prêmio foi anunciado no Palazzo Medici Riccardi em Florença, com representantes dos locais concorrentes.
Florença é apenas uma das cidades que pertencem ao grupo Great Wine Capitals, que inclui ainda Bordeaux, Bilbao-Rioja, Christchurch-South Island, Cidade do Cabo, Mainz-Rheinhessen, Mendoza, Porto e San Francisco-Napa Valley. Além disso é uma das maiores cidades de arte reconhecida no mundo e possui uma produção significativa de vinho na região de Chianti. A iniciativa do Best of Wine Tourism é voltada para estabelecimentos turísticos premiados pelos serviçoes ligados ao enoturismo, cujos critérios de avaliação vão desde a qualidade dos serviçoes, a originalidade do turismo oferecido e o nível do serviço ao cliente, tudo analisado por um júri que seleciona os vencedores dentre os concorrentes.
Na região de Chianti é impossível separar o vinho do turismo e o prêmio evidencia uma mistura de villas e fazendas de agroturismo, incluindo também organizações de casamentos, produtores de vinho, museus e restaurantes. Na continuação do post elencamos os vencedores em cada categoria, alguns dos quais já falamos a respeito, como o Villa Vignamaggio.
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O vinho italiano é já bastante famoso pra ficarmos por aqui gastando mais adjetivos com elogios. Mas a pergunta desta vez não é qual o melhor vinho italiano, até porque isto depende muito mais de opiniões subjetivas que de afirmações categóricas. Trazemos para vocês algo mais - ou no caso, menos - palpável: o vinho italiano mais caro.
Chama-se Masseto di Tenute dell’Ornellaia e é um vinho de cor rubi intensa e vivaz, com odores de frutas silvestres e sabor robusto. O Masseto é um vinho relativamente novo: foi produzido pela primeira vez nos anos 80 e conquistou logo o grande público, tornando-se um dos mais procurados no mundo.
Trata-se do Merlot italiano mais importante, produzido em Bolgheri, uma fração da cidade de Castagneto Carducci, pela Tenuta dell’Ornellaia em uma propriedade com apenas 210 hectares, onde são selecionadas somente as melhores uvas para produzir este vinho, amadurecido em barris de carvalho franceses. O preço da brincadeira? 3.400 euros por uma garrafa da safra 2000. Uma pechincha…

Terminou a 45a. edição do Salão internacional do vinho e do destilado, que juntou apaixonados e técnicos do mundo inteiro de 7 a 11 de abril em Verona. Estima-se que mais de 150 mil visitantes participaram dos eventos de degustação e workshops propostos.
Ministros e celebridades também não faltaram, afinal, estamos falando de um evento de vinhos na terra do vinho. A seção da imprensa estava lotada de jornalistas do mundo inteiro, mas os mais estranhos são, sem dúvida, os visitantes japoneses, sempre armados com filmadoras e câmeras fotográficas, capazes de filmar e fotografar qualquer coisa que se mova. Ou não se mova.
Além do vinho, este ano Vinitaly dedicou uma seção à pequena feira do azeite de oliva extra-virgem e da comida. Uma outra novidade foi a boa-vontade de alguns produtores de vinho que hospedaram em seus estandes cervejarias artesanais. O único aspecto negativo desta edição foi a presença de alguns jovens cuja única razão de estarem ali era um copo de bebida grátis, e no final saíram bêbados do evento.
O arranha-céu Pirelli, em Milão, é um ambiente sugestivo para o lançamento dos vinhos lombardos que participarão da Vinitaly 2011, evento que acontece na Feira de Verona, de 07 a 11 de abril. Na Vinitaly 2011, a Lombardia estará presente com os seus 5 vinhos DOCG (denominação de origem controlada e garantida), 14 consórcios vinícolos e mais de 70 produtores Como todos os anos, a região da Franciacorta é a porta-bandeira dos vinhos lombardos pelos seus produtos de qualidade, singularidade e fama, até mesmo em nível internacional.
Com uma degustação começando com os produtos da Franciacorta, fica fácil entender porque esta zona se tornou um dos bens mais preciosos do mundo do vinho lombardo, se destacando ainda dentro do território nacional. E assim podemos conhecer o que fazem na região do Oltrepò Pavese, um tanto individualista e independente e sempre ligada ao seu muito amado Pinot Nero: desta zona, experimentamos o Cruasé, uma versão rosé do DOCG Oltrepò Pavese Metodo Classico.
Ainda tivemos tempo para redescobrir o Lambrusco – vinho geralmente subestimando pela sua simplicidade. Mas é exatamente a sua simplicidade que o concede a capacidade de se adaptar a muitos pratos, principalmente alguns salames famosos dessa região. Com o verão se aproximando na Europa, um vinho fácil e agradável de beber ganha pontos e são justamente estes os dotes do Lambrusco.
Com 14 consórcios representados no arranha-céu Pirelli, seria quase impossível experimentar tudo. Decidimos terminar a degustação com o mais recente DOCG lombardo, o vinho da meditação, o Moscato di Scanzo. Mesmo sendo reconhecido como DOCG apenas em 2009, este vinho é um dos mais antigos da Itália. Experimentar um vinho de sobremesa perto da hora do almoço não é para qualquer um, mas conseguimos encontrarm um exemplo fresco e com uma bela acidez. Certamente, um produto mais do que válido e que merecia o selo DOCG, perfeito para acompanhar um prato de queijos, pâtisserie e chocolates.
O que encontraremos na Vinitaly 2011 da Lombardia? Existe um novo site, totalmente dedicado aos vinhos lombardos: Lombardiavini.it, já ativo.

O Brunello di Montalcino é um dos vinhos mais apreciados em todo o mundo, e está entre os melhores da Itália. Hoje apresentaremos um desses vinhos que usa somente uvas as uvas italianas Sangiovese, localmente conhecidas como Brunello. A empresa que fabrica Il Marroneto foi comprada pela família Mori em 74, e é um dos vinhos Brunello mais tradicionais.
O envelhecimento é feito em grandes barris de carvalho-branco com capacidade para 25 hectolitros e dura 41 meses, mais 10 meses na garrafa. A vinificação ocorre sem controle de temperatura. Nos parreirais não são utilizados nenhum tipo de herbicida ou agrotóxico, somente os remédios naturais passados de geração em geração.
O “Il Marroneto” é importante, sedoso e aveludado, elegante e típico nos aromas de violeta, rosa, ervas doces e pequenos frutos vermelhos. O que podemos acrescentar? O Brunello di Montalcino é um grande vinho, filho de seu território e de uma antiga sapiência. Deve-se respeitá-lo.

O vinho San Leonardo é considerado um néctar divino, com toque de especiarias, uma elegância absoluta e um fino equilibrio fazem com que esta bebida se torne uma experiência especial .
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Vinhedos fazem parte da paisagem de todo o Noroeste do país desde os penhascos da Ligúria até as encostas íngremes do Vale d’Aosta.
Os melhores vinhos, no entanto, estão no Piemonte, especialmente das montanhas de Langhe, a sudeste de Turim, origem dos dois melhores tintos da Itália: os potentes e já tradicionais Barolo e Barbaresco. Hoje ambos se beneficiam da modernização das técnicas e da renovação do interesse por vinhos de alta qualidade.
Entre os tintos mais leves, que combinam com a cozinha local, estão o Dolcetto e o Barbera. Outra especialidade piemontesa é o vinho espumante, o preferido dos italianos nas comemorações. Quer saber mais sobre vinhos? Acompanhe a série “Itália, território do vinho”.