
A foto acima retrata Gardone Riviera, a pequena localidade no lago di Garda que concedeu à Lombardia a oportunidade de aparecer pela primeira vez na lista das bandeiras azuis italianas.
Em comparação com o ano passado, o país passou de 117 bandeiras para 125, com as seguintes regiões na liderança: Liguria (17 bandeiras), Toscana e Marche (16), com o mesmo número de bandeiras do ano passado. Já a Sardenha teve um aumento (+3), como também a Sicília (+2), Abruzzo, Calábria, Emília Romanha, Lombardia, todas com +1 em comparação ao ano passado.
Na classificação das províncias, a mais premiada é a de Salerno (11 bandeiras), seguida por Imperia (10), Teramo e Livorno com 7. As melhores performances são de Ragusa (+3) e Olbia (+2).
Foto | Janericloebe.

Pontuais, como acontece todos os anos, e muito úteis para a decisão de onde passar o verão. As Bandiere Blu (bandeiras azuis) foram alçadas e indicam os melhores locais da Itália.
A lista é longa e engloba quase todas as regiões italianas, até mesmo algumas sem litoral mas que possuem lagos onde é possível tomar banho e relaxar como num mar aberto. As regiões da Liguria, Toscana e Marche estão no topo, com 17 bandeiras tremulando.
Num total de 233 praias premiadas com a bandeira azul (que certifica não só as águas limpas mas também os serviços oferecidos e o respeito ao meio-ambiente das localidades marinhas e lacustres), devemos ressaltar também que a Sardenha obteve a bandeira azul para todas as localidades que se candidataram este ano: Santa Teresa di Gallura-Rena Bianca, La Maddalena-Punta Tegge Spalmatore (Olbia-Tempio); Castelsardo-Ampurias (Sassari); Torre Grande (Oristano); Quartu Sant’Elena-Poetto (Cagliari). Pode-se ver que, aqui na Itália, boas opções para o verão é o que não falta. Basta escolher e boa praia!
Foto | Flickr
Você já teve a possibilidade de visitar a antiga, misteriosa e fascinante Abadia de S. Antimo? Se a resposta é NÃO na sua próxima viagem à Itália você precisa reservar um tempinho para fazer uma excursão pros lados de Montalcino, na Toscana. Depois de explorar e apreciar os parreirais e as cantinas que criaram o mito em torno do vinho Brunello di Montalcino, pode-se fazer um belo passeio para digerir os generosos goles de vinhos.
E a primeira meta deve ser a Abadia de S. Antimo: O tempo do percurso é de 3h e aconselha-se sair de Montalcino pelas 9h30 para poder chegar em S. Antimo antes das 13h, quando os monges entoam os cantos gregorianos. S. Antimo é um dos monumentos mais bonitos e sugetisvos da região, com arquitetura no estilo românico.
Diz a lenda que a Abadia fora construída no ano de 781 d.C. por ordens do Imperador Carlos Magno que, para escapar da peste, teria pedido as bençãos e, uma vez livre do flagelo, fundou a Abadia. No site da Abadia pode-se encontrar os horários de abertura e dos rituais e muitas outras informações úteis para o vosso passeio…
Foto | Flickr
Um gran finale em uma viagem à Toscana pode ser uma degustação de vinhos na Villa Petriolo, premiada pelo Best of Wine Tourism Awards, pertinho de Florença. Digamos que “bonito” não é um adjetivo normalmente usado para vinhos, mas as irmãs Maestrelli produzem exatamente isso: bonitos vinhos italianos.
O prêmio concedido à Villa Petriolo foi na categoria “práticas de enoturismo sustentáveis” e pode-se ver pelo cuidado que eles tem com a terra. O antigo prédio é um atrativo a mais, visto que foi conservado como era, com muitos artefatos antigos pertencentes ao pai das irmãs, além de itens de colecionadores.
A irmãs Maestrelli dão as boas-vindas de modo singelo e sincero e pode-se degustar uma grande variedade de vinhos fabricados no local mesmo, tudo guiado por Silvia Maestrelli, que deixa à disposição também os antipastos toscanos, saladas e frios. A proprietária afirma que pretende fazer vinhos refinados e elegantes mas sem pretensões comerciais. Segundo ela, já foi atingido um nível muito além, um vinho difícil de ser descrito, mas que permanece no coração das pessoas, propiciando uma experiência que foge da tradicional descrição do perfume e da estrutura de um vinho.
Chianti wine tasting and tours: Villa Petriolo
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Algumas cenas do filme “Cartas para Julieta foram filmados no Relais Borgo Scopeto, e é fácil descobrir o porquê: este hotel 4 estrelas superior é perfeito para representar cenas de época. Mas como o Best of Wine Tourism comprova, o luxo medieval deste local, no coração da Toscana, oferece muito mais que apenas o cenário de um filme.
O serviço de qualidade do hotel inclui uma cozinha típica toscana com os vinhos certos que combinam com qualquer tipo de comida, além de um recém aberto spa para aqueles clientes que gostam de ser mimados durante o wine tour.
O hotel conta também com duas piscinas, uma das quais com um panorama de tirar o fôlego da cidade de Siena, o que foi uma das primeiras razões para a escolha do filme. Depois do sucesso do filme e a pedido dos hóspedes, a direção do hotel decidiu manter as mudanças feitas na suíte principal, que tinha sido redecorada especialmente para a superprodução.
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Os precipícios de Valdarno, entre Florença e Arezzo atraíram a atenção de Leonardo da Vinci, que utilizou-os como paisagem de fundo em vários quadros. Entre os mais fascinantes destacamos Acqua zolfina, perto da estrada panorâmica dos Sette Ponti, da qual pode-se individuar a torre medieval de Castelfranco, rodeada pelas terras erodidas.
Castelfranco di Sopra na verdade foi “criada” pelos florentinos e utilizada como um primeiro sistema de defesa para evitar inimigos que fossem em direção a Florença. Segundo consta, o célebre arquiteto Arnolfo di Cambio teria projetado a cidade. Muita da arquitetura permanece intacta, como o Palazzo Comunale que conserva-se original, inclusive com muitos afrescos internos. Na via Cavour encontramos a Igreja de San Filippo Neri, com a fachada de 1761, embora o prédio tenha sido construído pela primeira vez em 1631.
No final da via Cavour eis que vemos a Torre d’Arnolfo, também chamada de Porta Campana. É a única torre que ainda conserva o escudo de Florença com o Lírio e a data de construção: 1300. O burgo ainda hospeda o complexo monumental da Abadia de San Salvatore a Soffena, constituído de uma igreja, claustro e convento. Em 1090 o monastério foi doado pelo Papa Urbano II aos monges vallombrosani e em 1394 a igreja foi reconstruída com a arquitetura atual, e seu interno é repleto de afrescos das escolas de Siena e Florença, do século XV. Além da história e da arquitetura, a paisagem nos entornos de Castelfranco são dignos de cartão-postal.
Villa Vignamaggio, localizada no coração da região de Chianti, foi o cenário da filmagem de Muito barulho por nada de Kenneth Branagh em 1993. Graças a uma restauração do prédio e dos jardins, recentemente Villa Vignamaggio recebeu o Best of Wine Tourism na categoria arquitetura, parques e jardins. E pra ser sincero, quando você ouve as palavras “esta é uma escadaria renascentista”, com certeza tem uma razão de ser.
A Villa Vignamaggio é uma propriedade dedicada ao agriturismo e ao vinho, reconhecida pelo estilo renascentista do edifício e de seus jardins… e pela Mona Lisa. Dizem que Monna Lisa Gherardino viveu aqui e foram encontrados documentos comprovando a vinda de Leonardo da Vinci para a pintura do retrato. O mistério fica em saber se é o mesmo retrato que hoje em dia está à mostra no Museu do Louvre, em Paris.
A Villa Vignamaggio possui um prédio principal com quartos e mais apartamentos e quartos em construções ao redor, intercalado por terraços e jardins. Piscinas, quadras de tênis, sinuca e churrasqueiras estão entre as opções de lazer. Além disso, o serviço de restaurante organiza frequentemente churrascos, onde funcionários e hóspedes vão às compras juntos, atrás da famosa bisteca fiorentina, um modo de incentivar o comércio local e servir a comida toscana por excelência.
Onde ficar na Toscana: Villa Vignamaggio
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Este ano o setor náutico tem compromisso marcado no Itama Open Days, evento internacional organizado pelo célebre construtor naval e pelo MoMa Italia, distribuidor exclusivo na bota. Dedicado ao clientes diretos, à rede de vendas autorizadas e à imprensa, o evente pretende mostrar ao vivo os melhores iates da marca.
A classe, a elegância e a esportividade da frota Itama desfilam até o dia 17 de abril no Molo De Angelis, em Porto Ercole, onde poderá ser vista e testada de perto a potência dos barcos.
Os protagonista são os quatro modelos mais representativos da frota: Forty, Fifty, Sixty e SeventyFive. Juntamente com os barcos pode-se admirar algumas Ferraris e Maseratis, como a California e a GranCabrio, trazidas pela Sa.Mo.Car S.p.A, concessionária oficial das duas marcas.
Via | Ferrettigroup.com Noesis.net

Você já ouviu a história do Rei Artur, que tornou-se rei após retirar a espada Excalibur de uma rocha? Pois muitos garantem que esta história, que se passa na Inglaterra, foi inspirada pela história original de São Galgano, cavaleiro italiano, cuja espada pode ser vista ainda hoje, cravada em uma pedra. O local chama-se Abadia de São Galgano, e fica a poucos quilômetros de Siena.
Galgano Guidotti, filho de Guido e Dionisa, nasceu em 1148 em Chiusdino (Siena), um pequeno burgo não muito longe do local da Abadia, em uma época da Idade Média repleta de violência. E Galgano também, como outros cavaleiros, era prepotente e cheio de si pela juventude despretensiosa e frívola que vivia.
Com o passar do tempo, Galgano começou a perceber a inutilidade do seu estilo de vida, e ficou atormentado por não ter nenhum objetivo para a sua. Foi nesse estado de ânimo que decidiu mudar, retirando-se na colina de Montesiepi. Galgano abandonou o seu mundo, infeliz pelo que cometeu e por aquilo que via diariamente, para dedicar-se a uma vida de eremita e penitência, em busca daquela paz que àquele tempo não era consentida.
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O Monte Amiata é uma área da Toscana muito pouco valorizada. Dos diversos vilarejos ao redor, encontramos algo de interessante somente em Seggiano e Santa Fiora. Pois é exatamente Seggiano, em cima de uma bela colina, que estão tocando um projeto de valorização do centro histórico que vale a pena ser conhecido.
Tudo gira ao redor da tradição do cultivo da azeitona e da produção do azeite: não é por acaso que, do alto do local, pode-se notar a grande extensão de olivais que recobrem a parte mais baixa do morro. No centro histórico de Seggiano existe - e funcionava até a segunda metade do século passado - um local estruturado em três andares, onde as azeitonas eram depositadas, espremidas e o azeite era filtrado e engarrafado.
Tudo isto vai fazer parte de um tour turístico com o intuito de valorizar as tradições e a cidade, e inclui também o Palazzo Comunale e uma velha cisterna construída perto das muralhas. E é aqui que entra em campo a oliveira falante. O projeto, desenvolvido juntamente com a Faculdade Agrária, prevê a colocação de uma oliveira na abertura superior da cisterna, onde ficava o poço.
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