Realizado no último dia 30 de abril para a Noite Branca de Florença, Tape Florence é uma bela instalação criada pelo grupo Numen / For Use.
O grupo é composto por Sven Jonke, Christoph Katzler e Nikola Radeljkovic, trabalha entre Viena e Zagreb misturando técnicas clássicas de design com experiências de novos materiais e recursos técnicos e tecnológicos às vezes bem simples, mas com um grande impacto, como é este caso. Tape Florence é uma escultura feita com milhares pedaços de fita adesiva transparente que cria ao final uma espécie de casulo, inserido em meio à arquitetura renascentista do Palazzo Strozzi. Os visitantes podem, além de observar o insólito objeto, entrar nele: graças a algumas aberturas pequenos grupos de 3 a 4 pessoas descalças e sem anéis, braceletes e outros objetos cortantes podem ver como é ser uma larva, tudo sob a supervisão da equipe.
O vídeo acima mostra toda a criação do trabalho. A edição do vídeo em velocidade rápida cria uma espécie de similitude entre os humanos e insetos. Os artistas na verdade parecem um grupo de insetos montando o próprio casulo. Tape Florence pode ser visitado até 20 de maio. Se passar em Florença, aproveite!
O Great Wine Capitals anunciou recentemente os vencedores de 2011 do Best of Wine Tourism de Chianti. O prêmio foi anunciado no Palazzo Medici Riccardi em Florença, com representantes dos locais concorrentes.
Florença é apenas uma das cidades que pertencem ao grupo Great Wine Capitals, que inclui ainda Bordeaux, Bilbao-Rioja, Christchurch-South Island, Cidade do Cabo, Mainz-Rheinhessen, Mendoza, Porto e San Francisco-Napa Valley. Além disso é uma das maiores cidades de arte reconhecida no mundo e possui uma produção significativa de vinho na região de Chianti. A iniciativa do Best of Wine Tourism é voltada para estabelecimentos turísticos premiados pelos serviçoes ligados ao enoturismo, cujos critérios de avaliação vão desde a qualidade dos serviçoes, a originalidade do turismo oferecido e o nível do serviço ao cliente, tudo analisado por um júri que seleciona os vencedores dentre os concorrentes.
Na região de Chianti é impossível separar o vinho do turismo e o prêmio evidencia uma mistura de villas e fazendas de agroturismo, incluindo também organizações de casamentos, produtores de vinho, museus e restaurantes. Na continuação do post elencamos os vencedores em cada categoria, alguns dos quais já falamos a respeito, como o Villa Vignamaggio.
Continuar lendo: Great Wine Capitals premia o melhor do enoturismo em Florença
Você que está procurando um local para casar em Florença e não sabe por onde começar, uma boa alternativa chama-se Villa Le Piazzole. Não muito longe do centro histórico, está localizado perto do famoso Piazzale Michelangelo, com uma vista muito bonita dos morros circunstantes, além de providenciar acomodação e hospedar cerimônias de matrimônio.
Villa Le Piazzole recebeu uma menção especial no Best of Wine Tourism awards for Firenze, e as acomodações são simples mas elegantes, com um típico jardim italiano, piscina com um panorama da zona rural, um pequeno anfiteatro e terraço aberto, onde pode-se sentar e relaxar ao ar livre.
Uma pequena capela, restaurada recentemente, pode ser usada para a celebração. No caso de festas menores, a Villa Le Piazzole possui o próprio buffet, combinando as refeições com o vinho de fabricação própria, ou, no caso de eventos maiores, a contratação de um buffet externo é garantido. Os convidados podem aproveitar a própria Villa e fazer pequenos tours dos arredores, com degustação de vinho na atmosfera evocativa da antiga adega local. A Villa está bem próxima de Florença, o que permite passeios diurnos, evitando desta forma a correria do rush à noite. Para mais informações, veja o site oficial da Villa Le Piazzole.
Casamentos na Itália: Villa Le Piazzole, Florença
Continuar lendo: Casar-se em Florença: Villa Le Piazzole, cerimônia e acomodação garantidos

A prefeitura de Florença está procurando a famosa estátua de David, esculpida por Michelangelo entre 1501 e 1504. Não que ela tenha sido roubada, até porque carregar um pedaço de mármore com 5,17 m por aí passando desapercebido deve ser um pouco difícil. Trata-se, na verdade, de uma iniciativa que pretende documentar quantas réplicas da estátua existem no mundo inteiro.
Para isso foi lançado o portal Where in the world is the David, onde os próprios internautas podem dar uma mãozinha, enviando fotos com as reproduções da famosa obra. As melhores participarão de uma mostra na antiga prisão florentina, Le Murate, que hoje abriga um centro de arte contemporânea.
E você, o que está esperando? Valem não só estátuas, como também camisetas, miniaturas etc, desde que a foto seja bem bolada. Dê asas à sua imaginação e encontre o David!
Via: Brasil na Itália
No coração de Florença, a poucos passos do centro histórico surge o Grand Hotel Villa Medici, esplêndida residência do século XVIII transformada em um hotel 5 estrelas de luxo. O edifício ainda conserva a elegância e a tradição da época em que foi construído, combinando tudo isso à eficiência da tecnologia moderna, para acolher os hóspedes da melhor forma.
A sua posição é perfeita para quem deseja mergulhar na tranquilidade e no conforto, mesmo estando no movimentado centro da cidade, perto de todos os pontos turísticos e do rio Arno.
Objetos antigos e de arte contemporânea enfeitam os 100 quartos, entre os quais a Royal Suite no primeiro andar e as novas Penthouse Suites no último andar, com um panorama incrível da cidade.

Arte, ciência e os mitos do vinho nas civilizações do mediterrâneo antigo. É isso o que promete a mostra Vinum Nostrum, no Palazzo Pitti em Florença até 30 de abril próximo. Da Mesopotâmia às nossas mesas, dos ritos de comunhão à embriaguez, dos cultos às portas de acesso à espiritualidade: o vinho e a uva são os verdadeiros protagonistas.
Podem ser apreciadas esculturas, afrescos, mosaicos e objetos arqueológicos, acompanhados pelos devidos aparatos multimídia, com vídeos que contarão a mais que milenar história do vinho e sua relevante influência nas culturas antigas. Através de um percurso cronológico, a mostra ilustra a origem da viticultura, a sua afirmação com relativos significados simbólicos, religiosos e culturais no mundo helênico, até a produção e difusão do vinho em grande escala pelos romanos.
Graças à boa preservação das cidades em torno do vulcão Vesúvio, Pompéia tem uma seção especial, enquanto outros espaços ilustram a influência dos Fenícios e dos Etruscos, importantíssimos na difusão do cultivo em todo o Mediterrâneo. Uma mostra útil não só para a documentação científica de todo o ciclo de produção, mas também para estimular o gosto, o olfato e a visão, sentidos essenciais e que com o vinho mantém uma ligação muito íntima, desde o início do mundo como o conhecemos.
Continuar lendo: Vinum Nostrum: a história do vinho em uma mostra em Florença
Um dos pratos mais conhecidos da Toscana e da Itália é a famosa “bistecca alla fiorentina“. A bisteca deriva do lombo bovino, em um corte mais ou menos equivalente ao do contra-filé brasileiro. Trata-se de um corte alto, com osso, a ser grelhado bem mal-passado em brasa.
A história da bisteca à fiorentina é tão antiga quanto a cidade que lhe deu o nome, os registros mais antigos levam à família Médici, que durante a festa de São Lourenço, dia 10 de agosto, celebrava com uma grande fogueira, onde eram assados vários quilos de carne, em seguida distribuídos à população de Florença.
Preparação: O corte tem entre 1 e 1,5kg para uma altura de 5 a 6 cm. Para a grelha usa-se bastante carvão vegetal, de preferência de carvalho, azinheira ou oliveira. A brasa precisa ser bem viva, mas sem chamas. Coloca-se a bisteca bem perto do carvão, a fim de formar rapidamente uma crosta, impedindo o sangue de sair. Depois do primeiro minuto, pode-se levantá-la. Tudo isso sem temperos. Cada lado deve assar de 3 a 5 minutos, sendo girada somente uma vez. Finalmente, graças à grossura, deve ser colocada “em pé”, com a parte do osso pra baixo, até que desapareçam vestígios de sangue. Segundo a tradição, a bisteca deve ser grossa o suficiente para permanecer em pé sozinha.

Todos sabem que o espaço público não é realmente de todos. Pertence à administração dos municípios. Mas aconteceu que um artista francês chamado Clet deixou, sem pedir, uma escultura em uma das cidades mais ricas quando se fala em arte: Florença.
Nada menos que um intervento de arte urbana não autorizada, uma pequena escultura em fibra de vidro com suporte metálico, installada em um dos pilares da Ponte alle Grazie. A figura olha para frente, em direção da Ponte Vecchio. Mas a força da expressão artística existe exatamente pela falta de indicações precisas sobre a estátua. O que está fazendo aquele homenzinho de Clet? Admira o panorama? Vai se suicidar? Como se estivesse dando um passo no ar, está imóvel na verdade, e manifesta plasticamente a condição típica da cultura contemporânea na capital da Toscana.
A escultura apareceu dia 19 de janeiro, mas dia 27 foi removido pelos operários da prefeitura. Mas com certeza alguns florentinos gostaram. Muitos conhecem Clet pela sua obra de intervenção nas placas de trânsito. Abaixo as fotos da estátua e, continuando o post, as intervenções nas placas.
Photo via Clet on Facebook.
Continuar lendo: Removida a estátua de Clet da Ponte alle Grazie de Florença

Comer bem pagando um preço justo, é este o sonhos de muitas pessoas, ainda mais quando estão a passeio em Florença, onde uma Coca-Cola pode custar até € 8 se entramos no lugar errado. Mas existem os locais onde vão os florentinos, normalmente longe da horda de turistas. Pra quem quiser comer bem e barato, é preciso encontrar esses locais.
A Trattoria Ruggero, na Via Senese, perto dos jardins de Boboli e da Porta Romana é uma típica trattoria florentina com clientela quase exclusivamente local, a qualidade da comida é excelente e os pratos são simples: uma vez ali, não deixe de provar o frango assado com batatas ao forno!
Outra ótima trattoria é a Trattoria del Carmine mesmo se pela localização (em uma esquina da Piazza del Carmine) é também frequentada por turistas: excelente a salada de frango e uma torte de maçãs inesquecível!
Mas se vocês procuram alguma coisa mais rústica, a opção é Nerbone na Piazza Mercato Centrale: ali pode-se experimentar o lampredotto (estômago bovino), tripa entre outros. Outro lugar no centro histórico perto do Duomo, é a trattoria Cafaggi: excelente peixe, fazem também os tradicionais pratos da cozinha toscana com ingredientes frescos e preços razoáveis.
Foto | Lavalen
Muitas vezes o cinema italiano pensou no “Mostro di Firenze” como enredo para um filme. Podemos citar o thriller de Camillo Teti, L’assassino è ancora tra noi, ou uma outra idéia, nunca levada adiante, de Dario Argento. O famoso serial killer foi ainda tema de uma série dirigida por Aurelio Grimaldi mas ainda assim, os crimes que aterrorizaram Florença entre 1968 e 1985 continuam a despertar interesse, principalmente do outro lado do Oceano.
Agora parece que será George Clooney a grande estrela sobre o criminos, intitulado The Monster of Florence, uma adaptação para a telona do livro escrito por Douglas Preston e Mario Spezi que conta a história do autor. Preston, em 2002, mudou para a capital toscana com a família e descobriu bem na frente da sua nova casa, foi cometido um dos muitos crimes do killer e assim, com o jornalista italiano Mario Spezi começou a investigar o caso…
Christopher McQuarrie, autor do script de The Tourist, e Nathan Alexander, que assina aquele de Operação Valquíria, cuidam do roteiro enquanto a produção leva a assinatura de Clooney, Grant Heslov, Dan Jinks e Bruce Cohen, estes dois últimos, produtores de filmes domo American Beauty e Milk. Nada ainda sobre o nome do diretor, aguardanos notícias…
Fonte: Bloody Disgusting