Eleita a número um no ranking especial da Forbes do ano passado, a residência londrina da Updown Court vale bem US$ 122 milhões. Rodeada por 58 hectares de terra, é composta por 103 quartos, cinco piscinas, quadras de squash, boliche e de tênis. Conta ainda com um grande cinema de 50 lugares, uma plataforma de decolagem e aterrissagem para helicópteros, uma grande estrada de mármore aquecido, vários estábulos e uma garagem para oito limousines.
A revista de negócios Forbes publicou o ranking das dez propriedades mais caras do mundo. Uma lista de casas maravilhosas de mil e uma noites, capaz de satisfazer os desejos dos homens mais ricos do planeta. No topo desse ranking único se encontra uma mansão de Beverly Hills que pertencia a um magnata de publicação William Randolph Hearst. A propriedade de seis hectares e meio, que já recebeu grandes artistas, como Charlie Chaplin, Cary Grant e Greta Garbo, mas também estadistas e escritores como Churchill, John Kennedy e George Bernard Shaw, é avaliada em US$ 167 milhões. A maravilhosa estrutura, construída em 1926 no estilo mediterrâneo, é composta, entre outros, de 29 quartos, 40 banheiros, três piscinas e um cinema. Impossível resistir ao encanto magnético dessa propriedade.
Em segundo lugar, está o castelo de 1212, habitado na Idade Média pelo príncipe “Vlad, o Empalador” (aliás Conte Drácula), avaliado em US$ 140 milhões. O terceiro foi para a mansão inglesa “Updown Court” emWindlesham, no Surrey: uma casa fabulosa de US$ 138 milhões. A seguir, vem o Hala Ranch, no Colorado (avaliada em US$ 135 milhões), a “Maison de L’Amitie” no coração de Palm Beach (125milhões de dólares), “Tranquility”, perto do Lago Tahoe, em Nevada (100 milhões dólares).
No sétimo lugar a Waterfront Estate, de Istambul (100 milhões de dólares), seguido por “Eurasia”, a 20 km de Moscou (100 milhões de dólares), e da casa londrina “Toprak Mansion” (99 milhões de dólares). No décimo lugar a propriedade nova iorquina “Três Lagoas” (75 milhões de dólares).
Via | Corriere.it
Imagens | Forbes.com
O grupo imobiliário Engel&Völkers possui, dentre várias opções de seu portfolio, alguns lofts de grande apreço na filial de Milão. Um exemplo é o imóvel em estilo nova-iorquino localizado nas imediações do Corso Sempione. Feita recentemente, esta residência luxuosa era antes uma antiga tipografia. Nos seus espaços temos uma síntese perfeita de materiais e design contemporâneo em 360 m2 distribuídos em três andares.
Dentro uma ampla e iluminada sala de estar, de frente para o verde, separada da cozinha por uma grande parede de vidro. No primeiro andar vemos três quartos com banheiros, enquanto o porão abriga uma área de serviço e lazer, com lavanderia, salão de jogos e área fitness e relax com baheira de hidro-massagem.
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Normalmente falamos aqui de arquiteturas antigas, medievais ou até anteriores da época romana. Mas chegou a vez da arquitetura contemporânea. O conhecido arquiteto Italo Rota revestiu a casa florentina de Roberto Cavalli com uma pele metálica tecnológica e decorativa. Trata-se de uma “renda” de metal que compõe a fachada, um virtuosismo realizado na cidade de Cantù por Marzorati Ronchetti. Para obter o resultado, foi usada uma lâmine perfurada especial para dar o mesmo efeito obtido nos tecidos.
Os lados estão circundados por um tipo de gaiola em aço inox trabalhado com laser. De dia esta superfície fica em transformação contínua, graças aos efeitos que o metal tratado desta forma assume.
Os painéis amplos abrem-se eletronicamente, consentindo modular à distância a entrada da luz externa, com um efeito filtrante e refratário ao mesmo temp. Os elementos decorativos dialogam de uma certa forma com os elementos estruturais, combinando os aspectos funcionais com os estéticos.
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Continuando a nossa série dos Panoramas mais belos da Itália, hoje apresentamos a vocês a cidade de Castellabate, na região italiana da Campânia. O nome vem do latim Castrum Abbatis - Castelo do Abade - e claramente tem a ver com a construção do castelo ali presente, iniciada pelo abade Costabile Gentilcore em 1123. A cidade fica dentro do Parque Nacional do Cilento e Vallo di Diano, parque instituído em 1991, e hoje chega a 180 mil hectares de belezas naturais incomparáveis. Por causa disso, desde 1998 é Patrimônio da humanidade pela Unesco.
Ao longo de sua história, Castellabate foi sempre liderada por abades, monges e outros religiosos, que protegiam a cidade que cresceu ao redor do castelo. O local porém não foi somente um centro espiritual, mas também econômico e social importante. Por ordens do próprio abade, foi feita uma reforma fundiária e a única coisa que os clérigos pediram em troca foi o empenho à cultivação. Rapidamente o local tornou-se um centro próspero e enriqueceu a cidade com palacetes, igrejas, villas e jardins, até que no século XIX o castelo foi vendido e tornou-se propriedade privada depois de 700 anos.
O centro histórico ainda conserva toda a estrutura urbana medieval, repleta de ruas estreitas, becos, arcos, edifícios e palacetes e casas intercomunicantes feitas de pedra cinza, tudo isso com o mar Tirreno como pano de fundo. A praça é contornada por casas antigas que ressalta esta parte medieval, chegando ao ápice no Castelo, construído logo após um percurso levemente íngreme. A fortaleza que defendia a população dos ataques dos Sarracenos está ainda sólida e imponente. Dali chega-se facilmente à Basílica de Santa Maria de Giulia do século XVI, que em seu interno exibe várias pinturas e esculturas históricas. Imperdível também, além das praias paradisíacas que circundam o borgo, a bela construção em arcos chamada “Porto delle gatte” (Porto das gatas).

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Com a chegada do dia de São Valentino, mas também por outras ocasiões particulares em diversos períodos do ano, de vez em quando é necessário uns dias em um local romântico e aconchegante, ainda mais dentro de um castelo. A estrutura fica na região da Úmbria, em Città della Pieve, e se chama Castelluccio Palusse.
As opções são quartos superior o deluxe, de 2 a 4 pessoas, camas com baldaquino, decoração em estilo antigo, banheira de hidromassagem, janelas com vista para o parque e para o centro histórico de Città della Pieve. Os preços variam entre € 120 (quarto superior para 2 pessoas na baixa temporada) e € 280 (quarto deluxe para 4 pessoas na alta temporada).
Se além de tudo isso você quiser relaxar, o hotel oferece La Citroniére: um spa com sauna finlandesa, banho turco com cromoterapia, piscina de hidromassagem Jacuzzi com cromoterapia, ducha emocional e massagens várias, entre outras opções. Não é que de repente me deu vontade de passear na Úmbria?
Não, caro leitor, não se trata de uma criação de gado. Bovino é uma cidadezinha que fica lá na Puglia, no sul da península Itálica, quase fronteira com a região da Campânia. Fundada por antigos povos gregos, mais ou menos uns três séculos antes de Cristo, até ser destruída pelos romanos e rebatizada com o nome de Vibinum. Em seguida foi destruída e reconstruída repetidas vezes, de acordo com novos conquistadores sendo o nobre espanhol Don Giovanni de Guevara, Duque de Bovino, aquele que investiu mais no desenvolvimento local, inclusive arquitetônico.
Durante os séculos, Bovino desempenhou um papel estratégico na ligação entre os mares Tirreno e Adriático. Até hoje podemos admirar a pavimentação com pedras de rio, casas em pedra, palacetes nobres e um impressionante número de portais em pedra, que foram contados em cerca de oitocentos, obras de mestres locais e testemunhos da importância da cidade através dos séculos. Os restos dos muros romanos, os mosaicos, as estatuetas de Hércules e os numerosos achados que se encontram no museu cívico são outras provas da riquíssima história de Bovino.
Como qualquer cidade italiana que se preze, as igrejas abundam. A principal é a Basílica Catedral, cuja fachada gótica foi feita no ano de 1231. No alto de uma de suas colinas, ergue-se o majestoso Castelo (ou palácio) Ducal com a torre normanda do século XI. Ampliado em seguida por Federico II da Suévia, por fim virou lar do Duque de Guevara no século XVII, e até 1961 seus descendentes ainda moravam no local. As residências privadas também são quase todas dotadas de esplêndidos portais, símbolos de potência e orgulho da nobreza local, transformando a cidade em um cartão postal vivo, como demonstram as fotos da nossa galeria.
Toda a arte e a maestria de Michelangelo projetista e visionário será protagonista de uma mostra de 50 desenhos no Castello Sforzesco de Milão. Michelangelo Architetto começa 11 de fevereiro e vai até 8 de maio de 2011.
Engenharia civil, religiosa e militar, dos esboços aos projetos mais elaborados, muitos dos quais efetivamente realizados, outros ficaram somente no papel, como um projeto para a basílica de San Giovanni dei Fiorentini em Roma. Além dos desenhos, alguns dos trabalhos serão visualizados graças às acuradas reconstruções em 3D, feitas exclusivamente para esta mostra.
O evento, realizado em colaboração com a Casa Buonarroti, vem se juntar a outra mostra L’Ultimo Michelangelo, dentro da programação de cinco meses que a cidade de Milão está dedicando ao grande mestre.

Chamado pelos gregos de Alòntion, transformou-se em Haluntium para os romanos, Demenna para os bizantinos e finalmente San Marco para os normandos. Em 1867, decidiu-se pela junção dos dois nomes: San Marco d’Alunzio.
Localizada na província de Messina, o nome da cidade já demonstra a história local. Conhecida desde o século IV a.C., pode-se observar rastros dos diversos povos que ali passaram atravpes da arquitetura. Apesar de ter pouco mais de 2 mil habitantes, possui 22 igrejas, dentre elas a igreja de San Marco, edificada sobre o templo de Hércules, do qual restam poucos blocos de pedra. Já na parta mais alta surgem as ruínas do castelo de San Marco de 1061, sobre os restos de uma antiga fortificação que ali existia.
Além da parte histórica, a proximidade ao mar e o conhecido calor do verão siciliano tornam o local uma meta obrigatória para quem estiver na região. As fotos abaixo apenas comprovam.
San Marco d’Alunzio










Fotos: Borghitalia
Vinte anos. Foi esse o tempo necessário para completar uma ambiciosa obra de restauração que devolveu à capital italiana não só as antigas arquiteturas como também a flora que enfeitava o corredor das estátuas. Foram recolocadas as plantas e nas fontes a água corre novamente.
Estamos falando da grande obra de recuperação da Casa das Vestais e da Via Nova, que corta os morros do Palatino revelando a Domus Tiberiana. Um local importantíssimo para Roma, visto que o culto à deusa Vesta é um daqueles mais importantes e característicos da história da Roma antiga: Vesta e as suas servas foram, juntamente com os Lares, as divindades protetoras do das casas.
Conduzidas pelo professor Andrea Carandini, presidente do Conselho superior dos Bens Culturais, as escavações são o primeiro de uma série de intervenções que farão o Foro romano voltar a ser cada vez mais acessível a cidadãos e turistas: nos últimos dias de março, em ocasião da grande mostra sobre Nero, será possível percorrer a rampa Domiciana, rever a fonte de Juturna e seu pequeno templo e admirar o templo dos Cástori finalmente restaurado.
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